dos poisos e das flores
dos poisos de flores claras e belas
caravelas de mil cores na letargia qve se prenvncia na ovtonal posança
nesse qve de brio em brisa de vermelho ao cre se transforma qval bonanza
qve desse sopro nos arrede e nessas cores também concebe assim o resvrgirde vma esprança em terras de boa gente
ah herança qve se comove qvando se inclvem e se dizem emcircvlar mais além ponte ora poente no final do dia a cekebarar ergvidas as fogveiras das vias de vidas para nesse ser de melancolia Otono e s va mai ssimples bria
qve se a bria nesse lvgar sem f inal sem finalizar
lvgar sem fim para sempre se poder contar cantar à volta
desse lvme sem se ovvir castanhas a estalar qval no verão as vrzes a se abrirem de par em par - e contos d emul gotas svadas bem passadasainda para bem estar
qvandpo chegam cantam e levam e eleva o alento de qve estava a qverer contar
estórias qvais as entendas calendas de mil sonhos qvais as bem tenhas e asim e bem atendas!...
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Esta noite vou ficar assim Prisioneira desse olhar De mel pousado em mim Vou chamar a música Pôr à prova a minha voz Numa trova só ...
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segvir pelo mvndo nesse jorrar de fonte qve em vias e qve bem a prenvncias desse mododessaa forma de amor e de amar com ov sem "oh...
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Uma fagulha de si mesma senhora uma borbulha por entr'a chuva que o tempo mais de core assim quais fulgentes... esses os ...
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um sonho numdiade verão qve se estende invero afora até encontrar a sva coesão qvandoa geneos meios e n+os formosqval nenhum qval ...
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n v m @ ' f o r ç @ q v e r e n @ ' s c e e q v e s e n t re g a ...
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
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