haviam aves a«haviam esquilos qve evavam as sementes nozes para sevs abrigos qve levam pelos pinheiros acima as lantras qve antes eram e as boloto«as qve bem se entendiam eram e s ºao escvras agora J+A NÃO D AMESMA COR de lar de laranja OH SENHORA! qve de aranja e de limão nos vossos acentos bem certos ensinastedes mais vm da profissão de ctrino levada de cor assimem riste vmas de ov«iro a sva cg«hama doirada ovtras de mais ameno amarelo amar o sev pleno zeo de marma«elos a mermeladas e de diospiros parecem de jinjua olvidadas dessas qve aletria faziam dessas qve a aobora em doce s erviam dessas qve ao esvaziar de sipas as semetes ara bem pvrgar o l vgar e desses qve bemse acendesseme non se e scondessememenos olvdassem qve edessas s vas lvzes renascem novos brios novos esclt«lares ant«dares eon esclastis d esati os - IDE! TEDES CONVENÇÕESe nessas o facho ardente e bem fechadode vma castanha vma dvas tres lado alado
e dessas qve bemsaiam e sabiam ensinare nas ladainhas das terrenais ilhas e nas perifericas aonde vinham arari e a pare parir qve bemse s abia s ervir entrias senhoras qvese chamavam . CASADAS e non atadas - assim - parir e a se apresnetar as qve na noite mais qvente nodia mais feliz eram parteiras p«or todoo smepre e se aprenstavam por bem de serem povo sem serem srvis - e qvam as chamarava qvem as c onhecia abria portas a snehora ea q vem dela a sime em apreendia... assim nestas terras antes desse hospitalizante momneto cosvtme de antes de ser ates assimso e apenas as qve era antes a saber qve detinham complicicio complicação antes de bem nascer a sovtrasen tre os s evs e os sevs entre o estar em derredor val bascimeto emverso qvando aind av«gvardam o "co verso2 na s va viagem ao sevs aos cévs redentor redentora apenas os qve ainda jazem com asva senhora a da capa mais estranha qvase cxale para qve o leva e non se destapa qvem vem e leva noticia ora levar a se espairecer a familia o s er o ente e qvem bem de frete para asimver e renascer ora a ver e vvoltaracrer ra ssim sendo voltar ao crescendo desse algo q ve esmaga o medo eo da de ebeber escvlapio aprendeste q ve na estória algo cedeste foi o apreender das ereb«ntes entrelaçadas vma dava a a lvz e a ovtra aytraves da pasagem gvaiava... e o medo deixov de se existir ali e aonde tb«v estavas aondehavia qve non fosse para carpir....
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Esta noite vou ficar assim Prisioneira desse olhar De mel pousado em mim Vou chamar a música Pôr à prova a minha voz Numa trova só ...
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segvir pelo mvndo nesse jorrar de fonte qve em vias e qve bem a prenvncias desse mododessaa forma de amor e de amar com ov sem "oh...
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Uma fagulha de si mesma senhora uma borbulha por entr'a chuva que o tempo mais de core assim quais fulgentes... esses os ...
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um sonho numdiade verão qve se estende invero afora até encontrar a sva coesão qvandoa geneos meios e n+os formosqval nenhum qval ...
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n v m @ ' f o r ç @ q v e r e n @ ' s c e e q v e s e n t re g a ...
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
se qbvemem bala o berce e move o berce en verso estando atentos os da comunidade da etnica fliação da familia a em solidariedade nascem e se deixamao bem passar e qve e steja em de-redor adjvva e volta a creditar...
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