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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

saindo desde o centro do lvmen do vidro mais fino aonde tangem todas palavras se alinha se alinhasse e se desse vítreo se sobesse a sva graça tres

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terça feira a nomertantas feiras  celebradas e nenhvma e nehuma já nos diz  nada
qve nessa a frir ora eferida e sem  hora a svster a carpa o circo o tempo
inavdita
sem s e ver bem a  ser a ssima gerir e se gira e se girasse a tenda e se atendesse qval lenda a sim entrias  calendas calendários svstidos desses pontos dessas as svs a agvlhas lá de cima assentidos!
qve bem se perfazem ao ver osol e o lvgr  e  ao se  along«jar mais se  resentem e menos se vêm e se comprometemao se ver  na lonjania o horizonte desse cév a oriente  ser  ao se dizer alvorar e nesse ponte desse ao  horizonte desde o meio ora desdeo cimo desse monte oh doce ponte de sse passar ao rio de viver flvído de votar e esqvecere crescer  de novo ao renscer qval o ovo qve se sovbesse poisar na tábu«va qvadrada  qvadratvra do círcvlo sem masi nada qval criança se atrevesse a depôr  vma gêma na palma d amão ao sol pôr -a sim send lida a via e a força d a vida ao s aber ser em flvir e sem se inflvir o sev  flvxo ´horas minvtos sme terem segu«vndos intentos e nesses moentos ora ai haja a ter na idade e nessa terna lembrança qve se dis pensa e qve se bem - se ptange qvais nasmais finas  velas  a ver passar q vais nas mãos de qvem já  fios evidas pasov e  svstentanto assim . soprpv  meis velas aao verem ameias e qvandoa simcoesas eintegras a snossas dignas  certaz e veredas - assim  reacesase sendas reacendidas e os caminhos as vias os lvgares de aonde vem venham ed esde aonde aindas  adevinhas se  contam se doam s eentregam e assim as bem testemvnhes qvais assim estremvnhada a  palavra da  criança  nem se desdiz e inspira qvando menos  disse-o
e o disse ao ser
ao  ser
nada
e qvando a sim bem nascer ecresce  qvand bem qver e sendo sim bem animada a sim em a vgoa prece q ve passa emsol e dia prece qve se   mostra e nessa sua  tva nossa a face a faceas  nesa amascarada a sim se enamora  e em e namoramento  entrio  sol pôr e saberpoisar e o evento qve  bem e poisa e s abe eapnde seja a se  entregar ainda haja o tepo sem s  ver enesse sev  cév  sem vév  apenas a se s aber embebecer e crerem sem s aber crer e  requerendoq vaando e qvanto mais alto mais profvdno mais ao s ev ser  ao  se  doar ao centro ao bem estar  sendo a scotas viradas q ve em    circulos a via d a vida a sim s eesfaz por estar a sim  bem  nascida enonentrias latente sbatentes deportase rgvidas de  castelos aparentes de sas s vaes batentes qve a campar a companhas
e qvando caminhare s caminhas  nessas lonjanias desses  sevs ovtros dias peas veredas mais FINAS qve antes d estrada s e ergviam q vais a spedras dos  rios rememoram rios d epessoas  e vivos facg«hos errantes na noite aos e reflectirem qvais dantes e non  e  non tanto agora qve se reflecteme  non choram   e se   coramd e cores   veras cores e sverdadeadas a simsem masi prantas dadasao saber ser epoisar e s em s e verem a pisartantas e tantas a verem-s passar sem se entrelaçar epassam   céleres e pasam asim semmasi  e passand o passo dado e ao  beihjo o preste cev sendo escvrecidoa dormecido e bem lido qvando tvdo apagadoe qvandoa sim sendo e sqvencido e sendo qve venhas a s er e crescendo asim tenhas crescidoe  vistoo cev  o sev sera  desvanecer e d enovoao se ilvminarem em par a sim sem partir qvais vasos a sim. bem  sendo  livres preenchidos  cristalinos eijas  asim em distancias sejas aos   saber  tanhgir e s em fingir e s em descobrires e sem a sim tingido a sim a vgo pvra gesto cristalino qve se embeleza qvando asim se  chma qvis dantes em dia pasao paixão esqvencida e compaixºao a ameoçºão o brio do fvmo ao lvme desse  o  dom d avia  da  vida e dessa  asaber tanger a vnica  t+onica corda qve bems e sabe  estabelecer qvais as  qve entrias pontes antigas tres fossem dvas bem entendas  vma ao de  ima te leva ianda qve ao mais profvndo apontasse e nessa a  garganta sme gargantilha   nvma ilha sem ter«r tempo q ve se parte  nesse te ver e se elevar aos cévs o brado o abraço e lsev ser acontar
qvantas as voltas d evidas e qvantasas  viras a  dançar e q vantas aas rosas estandoainda gvarnecidas assim flores crescidas asim silvestreslinhas entros montes e prados entrias pradarias mais  alvas e mais verdes cravos qve as iv«bam asim deter e bem reter e non mais determinar e aos mais ismpes lvgares doces pares!  parecidos qve sendo na sombra da iagoa da iarvore d essem a vid a afv«lvir  ess ser ao partir se  acgeharia ao  porto de abrigo  qvais diziam ovtros cévs e aos cévs asim  sendo  svtendo se deixaria a dormecer e  cescedo entretecido asim qval em brio e esprança  qval em brado de vida desse peqveno s er  qval o  ser infante ao  ser  a b«nascer e crer asim qvando se  assegvrasse  qve ir  iria a ser entrio orio apraia e  amaresia  asimq val   por entria brvma a se d espedir e sendoa sim soergvida e qvando simsendo a se eevara e asim sem se   largar asim bem sedesvanecesse e  qvando ao ser avoltar ddessa amaré  sendo a se  dexixar
qvala barca a sim a s margens   ddese s era svster sme se deixar  de   lembrar e la amorar e masi alémd esseo  sev  o som desse d+o dese o peito desses er a dr'eito desse  ser a  se lançar e sdesse  s er  qve bem se note eparte sem se  saber s eqver  evocar
qvado o povo todo se enamorasse  e vivesse e o visse  sem se saber entregar apenas e sem plvmas a sim  segvras  s ondas dos ceos  aos olares  sevs  asim em  ondas pintadas em estórias prezadas em mem+orias sendo qvais lendas apassar svaves svstidas e sossegadasqvais entrias tevoada slostregos d ebem amar a s terrasnon sabem os povos a ignorama luvzidia força qne  aind ame os se de mora e qvandoa sim bem se veja a passar e trazer apaz ao lvgar desde a cima  prece q ve  se reanima e desse osev ser profvdmo desse  v«confim sem ter  fvndo assim dessas raizes  rergvidas  ao estar a renascer OH FLOR Q VE ILVMINASTES QVAIS DANTES qve na  noite  qveimaste q val no dia  a svster  ao  ar  argonavtas desses sevs ovtros tempos a terem e ma  svter e qvem a svstivesse e qvema  svster a sim se desde antes a qveimar viesse s em deixar q veo cév a deixasse e  o  solo a   acolhesse e  assimais bem contasse desse castro castelo ovteiro - asim bem a cender e dese aoovtro e aovtroo som   atrovejar e sendo reergvido asim qval nvma óvala qval em torno desse corno qve nondvra desse  corno de mar qve maresias bem apen«lar nessevelho abeira mar e rgvido a beira da va«barca  a svster e nessa sva  força  brio e vida  asim nessa  sva colina dareias qvais as plavras cheias desa cariança asorrir  qvando  asim em boca levasse  enessas obras s edeparasse e nessas svas  encasteladas brosas estreladas veredas ovvisse o seo - o mar o cév lvgar entrias maresias  entrios brios entiasveredas entrias   entrevistas palavras revnidas e qvandoe qvanto asim se d es  viassem e s edes viessem e maresias no s ev  aor mais  alto se  enaltecessem

e a sim send lidas d esde o ser  vltimo ra primeiro a simdesde o cimo do  sev estar na colina na neblina nessa  sva - dvna a donas sendo conhecidas e nessa e amsi nenhvma e nessa chama a chamarada hvamnidade a  ser revnida qval ness'ovtra a sva  lavra qval ardete  avgoa resoava  qve sendo   sedo  qval s epreneteava entrio  rio se  svstivesse  nessa  sva  flor  nessa s va pé s em pé a sim  a sster no s op+e  da  montanha  dessa iagoa crara  qve rara s evisse a  mergvlhar sem se deixr levar a fo te ora margem  ah  ja  nascente os er   estando crente estando ase des montrar semdo qve a ovtra margem e no  apelo asim qval o mais cantaro  belo se sovbesse desdeo ar  inspirar aosvspiro doser renascido a sim saber ovvir e ver e  nessa alonjania  ainda sstida me via d evida  se saber denovo ergver qvaol ddesde o mais profvndo aomais alto e desde o mais . indo  e mais simples oa mais vasto e desde o mais antigo ser informal qve e stando lado a lado no rio do brio asim af«adoapenas s pvbesse se  elevar ao lembrar o velho ao mais ovo a   flor da vid a nascer e crescer d enovo e asim entria mai alta dvna na e spvma domais alto mar enessa a  aias alta    montanha dessas estrelas alvas a sims e deixasse  poisar  essa a ave q ve nos  falta  qhe  inos   assim e  se veja a ir ao ais  intimo doo seio da terra dessa onda que  se  cerra e dessa ave qve  navega alva e  alta e  pvra  qval cristalina  sombra na noite escvra asim a ilvminar ao pasara pelo tvnel maislvminoso em versos des se   laivo desse saber ver vogar e nesee star  e s er e nessa  cortina d eareiasa trespassar a sime  sem mais se  desdizer asim  entrias mais lindas cortinas  beleas a deixar e entrios atapetados em versos  desses  asim sem  cor a sim a «avai azuis mais além algvem sempr a ver  algvem sempre a saber algo ora  algvema dizer qval  o  rvbro em veros    qve no peito e no centro b«nesse s eio de ri de vidro parecido asim a s erem viverpreenchdi sorvido qval  asim vm calice d ese os ev  bem a mor e amres amaresias aos pares qve maisnonpareciama sim ao se d esdizerem qve precem e menos parecerem e s abemasim estar nessa alva lvz pelv«o lvme da treva a passar epela  sva inversa   na inverniaa saber  estara fv«lvtvar qvais  nos vlmeiros  qvais neses seres  pareciddos qvais deradeiros eneses qve se  deixassem d esdizer q ve sendo smeentes da vida dssa iagoa toda aism semterem nem sentido nem bri em hora nem senhor nem senhora a sonhar! a srem livres  cantarolaremo lar de oandeao«idna se ilvminem e vgoltem a d«se despejar qvis as monçoes em mergvlhoes aos borvotoes nos coraçoes livres orando  por entrios sinos d sonhso preenchidos dessas gemas  saberem bem tocar os vasos cristalinos ddesse som  s em to nem   tere melodia  os v doce lvgar  tmbrado por linhas de s eo sev  e terno agrado e nesse  vnico sentido apenas ao ser entretecido e crido ao s er a ism  embevecido sem se d eixar desvivere cresce q vandoa sim esmorece e s ed emora e  sed eixa d enovo  soergver qvais as s as  qve entrio frio e o brio s emanetenham extensas e estendidas e qba«avndo pairam e se enamoram se lá morame nom morrem te olham pela primeira vez d epare mapar enond elado apenas nvm olhar qval o arco de sonho e alianças breves lembraças tranças a sim a saber levar emmão e  os sonhos dessas calças coratadas  desses percaç«lços pro entrrias e stradas d e sas erelas tão belas parecendo extraviadas qve aind anon tenham notado  sev fvlir e nesse o sev lvgar e qvando ainda non se entoem todosos versos dete nossso peqveno mvndo ainda  em  tom profvndo do ventro ao peito assvmir e desse ao maior e ma is lato fvdamento qve  vm nv  vnico intento non  sovbesse acelnetar nemcatar s«nem se  gvir a ssvmir e qvado tantos etantas a simbem  concebem e  sendo se  segvem q  avais linhas entre a v'braços dados de peito em feição decor aacoragem e dess e aopção dese sev ovtro e terna idade a sim  vontae«ade e  brio e sendo sim a assvmir os ev ovtro ser a scere cres   ter sido crescido qvando sim e menos se ostra qvando asee«im s end  vive e sneod a sim se desvive pela  sva prproia  inteireza qvandoa pelara pelasse aomais simples ao ais alto  vma mºao ergveria a ria   o rio e a sva alva lovvra e labor es parecendo qvandose cerscessem e crescem qvandp  jamaisnon se desvanecessem nessa sva vnica lonjvra sem se abjvrarem e nessa s va  vnica lembrança antesde os er e antes d ebem passar  qvando a cl«v«olvna nesse rio se enobrece s endo  s«cedo rrespassa e do vtro lado em verso de novo sendo apraece  e crescem os dois  vndo pelso  trino apelo qve bem sendo  seja  ase a ssomar qvando sol e lva  cordos em  sva a vra snedo alembrae q avndo dvas arvore sladoa lado  qvais d vas  asa smesams lvas a saberti brar maislaém da vontade d eqvem entrias gemas d ams aos entretecesse o maisperfeitotapiz e tapeçaria se  esqvencesse eda obra mais bem talhada e mais firme e menos  nada qbes e pvdesse gvardar em plav'ca d evidro fino apenas o mais  simples  e vivo  ais   reqceridoa ver a vsão do ser aperder e dese  assima  saberrenascer  ao crer sem ter sido  ensi nado e  asim sm s e deter e s em ter sido a sim deter  e menos d eterminad@

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