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terça feira a nomertantas feiras celebradas e nenhvma e
nehuma já nos diz nada
qve nessa
a frir ora eferida e sem hora a svster a carpa o circo o tempo
inavdita
sem s e
ver bem a ser a ssima gerir e se gira e se girasse a tenda e se atendesse
qval lenda a sim entrias calendas calendários svstidos desses pontos dessas
as svs a agvlhas lá de cima assentidos!
qve bem
se perfazem ao ver osol e o lvgr e ao se along«jar mais se
resentem e menos se vêm e se comprometemao se ver na lonjania o
horizonte desse cév a oriente ser ao se dizer alvorar e nesse ponte
desse ao horizonte desde o meio ora desdeo cimo desse monte oh doce ponte
de sse passar ao rio de viver flvído de votar e esqvecere crescer de novo
ao renscer qval o ovo qve se sovbesse poisar na tábu«va qvadrada
qvadratvra do círcvlo sem masi nada qval criança se atrevesse a depôr
vma gêma na palma d amão ao sol pôr -a sim send lida a via e a força d a
vida ao s aber ser em flvir e sem se inflvir o sev flvxo ´horas minvtos
sme terem segu«vndos intentos e nesses moentos ora ai haja a ter na idade e
nessa terna lembrança qve se dis pensa e qve se bem - se ptange qvais nasmais
finas velas a ver passar q vais nas mãos de qvem já fios
evidas pasov e svstentanto assim . soprpv meis velas aao verem
ameias e qvandoa simcoesas eintegras a snossas dignas certaz e veredas - assim
reacesase sendas reacendidas e os caminhos as vias os lvgares de aonde
vem venham ed esde aonde aindas adevinhas se contam se doam s
eentregam e assim as bem testemvnhes qvais assim estremvnhada a palavra
da criança nem se desdiz e inspira qvando menos disse-o
e o disse
ao ser
ao
ser
nada
e qvando
a sim bem nascer ecresce qvand bem qver e sendo sim bem animada a sim em
a vgoa prece q ve passa emsol e dia prece qve se mostra e nessa sua
tva nossa a face a faceas nesa amascarada a sim se enamora e
em e namoramento entrio sol pôr e saberpoisar e o evento qve
bem e poisa e s abe eapnde seja a se entregar ainda haja o tepo sem
s ver enesse sev cév sem vév apenas a se s aber
embebecer e crerem sem s aber crer e requerendoq vaando e qvanto mais
alto mais profvdno mais ao s ev ser ao se doar ao centro ao
bem estar sendo a scotas viradas q ve em circulos a via d a
vida a sim s eesfaz por estar a sim bem nascida enonentrias latente
sbatentes deportase rgvidas de castelos aparentes de sas s vaes batentes
qve a campar a companhas
e qvando
caminhare s caminhas nessas lonjanias desses sevs ovtros dias peas
veredas mais FINAS qve antes d estrada s e ergviam q vais a spedras dos
rios rememoram rios d epessoas e vivos facg«hos errantes na noite
aos e reflectirem qvais dantes e non e non tanto agora qve se
reflecteme non choram e se coramd e cores veras
cores e sverdadeadas a simsem masi prantas dadasao saber ser epoisar e s em s e
verem a pisartantas e tantas a verem-s passar sem se entrelaçar epassam
céleres e pasam asim semmasi e passand o passo dado e ao beihjo o
preste cev sendo escvrecidoa dormecido e bem lido qvando tvdo apagadoe qvandoa
sim sendo e sqvencido e sendo qve venhas a s er e crescendo asim tenhas
crescidoe vistoo cev o sev sera desvanecer e d enovoao se
ilvminarem em par a sim sem partir qvais vasos a sim. bem sendo
livres preenchidos cristalinos eijas asim em distancias sejas
aos saber tanhgir e s em fingir e s em descobrires e sem a sim
tingido a sim a vgo pvra gesto cristalino qve se embeleza qvando asim se
chma qvis dantes em dia pasao paixão esqvencida e compaixºao a ameoçºão o
brio do fvmo ao lvme desse o dom d avia da vida e dessa
asaber tanger a vnica t+onica corda qve bems e sabe
estabelecer qvais as qve entrias pontes antigas tres fossem dvas
bem entendas vma ao de ima te leva ianda qve ao mais profvndo
apontasse e nessa a garganta sme gargantilha nvma ilha sem ter«r
tempo q ve se parte nesse te ver e se elevar aos cévs o brado o abraço e
lsev ser acontar
qvantas
as voltas d evidas e qvantasas viras a dançar e q vantas aas rosas
estandoainda gvarnecidas assim flores crescidas asim silvestreslinhas entros
montes e prados entrias pradarias mais alvas e mais verdes cravos qve as
iv«bam asim deter e bem reter e non mais determinar e aos mais ismpes lvgares
doces pares! parecidos qve sendo na sombra da iagoa da iarvore d essem a
vid a afv«lvir ess ser ao partir se acgeharia ao porto de
abrigo qvais diziam ovtros cévs e aos cévs asim sendo svtendo
se deixaria a dormecer e cescedo entretecido asim qval em brio e esprança
qval em brado de vida desse peqveno s er qval o ser infante
ao ser a b«nascer e crer asim qvando se assegvrasse qve
ir iria a ser entrio orio apraia e amaresia asimq val
por entria brvma a se d espedir e sendoa sim soergvida e qvando simsendo a se
eevara e asim sem se largar asim bem sedesvanecesse e qvando ao
ser avoltar ddessa amaré sendo a se dexixar
qvala
barca a sim a s margens ddese s era svster sme se deixar de
lembrar e la amorar e masi alémd esseo sev o som desse d+o dese o
peito desses er a dr'eito desse ser a se lançar e sdesse s er
qve bem se note eparte sem se saber s eqver evocar
qvado o
povo todo se enamorasse e vivesse e o visse sem se saber entregar
apenas e sem plvmas a sim segvras s ondas dos ceos aos olares
sevs asim em ondas pintadas em estórias prezadas em mem+orias
sendo qvais lendas apassar svaves svstidas e sossegadasqvais entrias tevoada
slostregos d ebem amar a s terrasnon sabem os povos a ignorama luvzidia força
qne aind ame os se de mora e qvandoa sim bem se veja a passar e trazer
apaz ao lvgar desde a cima prece q ve se reanima e desse osev ser
profvdmo desse v«confim sem ter fvndo assim dessas raizes
rergvidas ao estar a renascer OH FLOR Q VE ILVMINASTES QVAIS DANTES
qve na noite qveimaste q val no dia a svster ao
ar argonavtas desses sevs ovtros tempos a terem e ma svter e
qvem a svstivesse e qvema svster a sim se desde antes a qveimar viesse s
em deixar q veo cév a deixasse e o solo a acolhesse e
assimais bem contasse desse castro castelo ovteiro - asim bem a cender e
dese aoovtro e aovtroo som atrovejar e sendo reergvido asim qval nvma
óvala qval em torno desse corno qve nondvra desse corno de mar qve
maresias bem apen«lar nessevelho abeira mar e rgvido a beira da va«barca
a svster e nessa sva força brio e vida asim nessa
sva colina dareias qvais as plavras cheias desa cariança asorrir
qvando asim em boca levasse enessas obras s edeparasse e nessas
svas encasteladas brosas estreladas veredas ovvisse o seo - o mar o cév
lvgar entrias maresias entrios brios entiasveredas entrias
entrevistas palavras revnidas e qvandoe qvanto asim se d es viassem e s
edes viessem e maresias no s ev aor mais alto se enaltecessem
e a sim
send lidas d esde o ser vltimo ra primeiro a simdesde o cimo do sev
estar na colina na neblina nessa sva - dvna a donas sendo conhecidas e
nessa e amsi nenhvma e nessa chama a chamarada hvamnidade a ser revnida
qval ness'ovtra a sva lavra qval ardete avgoa resoava qve
sendo sedo qval s epreneteava entrio rio se svstivesse
nessa sva flor nessa s va pé s em pé a sim a
sster no s op+e da montanha dessa iagoa crara qve rara
s evisse a mergvlhar sem se deixr levar a fo te ora margem ah
ja nascente os er estando crente estando ase des montrar
semdo qve a ovtra margem e no apelo asim qval o mais cantaro belo
se sovbesse desdeo ar inspirar aosvspiro doser renascido a sim saber
ovvir e ver e nessa alonjania ainda sstida me via d evida se
saber denovo ergver qvaol ddesde o mais profvndo aomais alto e desde o mais .
indo e mais simples oa mais vasto e desde o mais antigo ser informal qve
e stando lado a lado no rio do brio asim af«adoapenas s pvbesse se elevar
ao lembrar o velho ao mais ovo a flor da vid a nascer e crescer d enovo
e asim entria mai alta dvna na e spvma domais alto mar enessa a aias alta
montanha dessas estrelas alvas a sims e deixasse poisar
essa a ave q ve nos falta qhe inos assim e
se veja a ir ao ais intimo doo seio da terra dessa onda que
se cerra e dessa ave qve navega alva e alta e
pvra qval cristalina sombra na noite escvra asim a ilvminar
ao pasara pelo tvnel maislvminoso em versos des se laivo desse saber ver
vogar e nesee star e s er e nessa cortina d eareiasa trespassar a
sime sem mais se desdizer asim entrias mais lindas cortinas
beleas a deixar e entrios atapetados em versos desses asim
sem cor a sim a «avai azuis mais além algvem sempr a ver algvem
sempre a saber algo ora algvema dizer qval o rvbro em veros
qve no peito e no centro b«nesse s eio de ri de vidro parecido
asim a s erem viverpreenchdi sorvido qval asim vm calice d ese os ev
bem a mor e amres amaresias aos pares qve maisnonpareciama sim ao se d
esdizerem qve precem e menos parecerem e s abemasim estar nessa alva lvz pelv«o
lvme da treva a passar epela sva inversa na inverniaa saber
estara fv«lvtvar qvais nos vlmeiros qvais neses seres
pareciddos qvais deradeiros eneses qve se deixassem d esdizer q ve
sendo smeentes da vida dssa iagoa toda aism semterem nem sentido nem bri em
hora nem senhor nem senhora a sonhar! a srem livres cantarolaremo lar de
oandeao«idna se ilvminem e vgoltem a d«se despejar qvis as monçoes em mergvlhoes
aos borvotoes nos coraçoes livres orando por entrios sinos d sonhso
preenchidos dessas gemas saberem bem tocar os vasos cristalinos ddesse
som s em to nem tere melodia os v doce lvgar tmbrado
por linhas de s eo sev e terno agrado e nesse vnico sentido apenas
ao ser entretecido e crido ao s er a ism embevecido sem se d eixar
desvivere cresce q vandoa sim esmorece e s ed emora e sed eixa d enovo
soergver qvais as s as qve entrio frio e o brio s emanetenham
extensas e estendidas e qba«avndo pairam e se enamoram se lá morame nom morrem
te olham pela primeira vez d epare mapar enond elado apenas nvm olhar qval o
arco de sonho e alianças breves lembraças tranças a sim a saber levar emmão e
os sonhos dessas calças coratadas desses percaç«lços pro entrrias e
stradas d e sas erelas tão belas parecendo extraviadas qve aind anon tenham
notado sev fvlir e nesse o sev lvgar e qvando ainda non se entoem todosos
versos dete nossso peqveno mvndo ainda em tom profvndo do ventro ao
peito assvmir e desse ao maior e ma is lato fvdamento qve vm nv
vnico intento non sovbesse acelnetar nemcatar s«nem se gvir a
ssvmir e qvado tantos etantas a simbem concebem e sendo se
segvem q avais linhas entre a v'braços dados de peito em feição
decor aacoragem e dess e aopção dese sev ovtro e terna idade a sim
vontae«ade e brio e sendo sim a assvmir os ev ovtro ser a scere
cres ter sido crescido qvando sim e menos se ostra qvando asee«im s end
vive e sneod a sim se desvive pela sva prproia inteireza
qvandoa pelara pelasse aomais simples ao ais alto vma mºao ergveria a ria
o rio e a sva alva lovvra e labor es parecendo qvandose cerscessem e
crescem qvandp jamaisnon se desvanecessem nessa sva vnica lonjvra sem se
abjvrarem e nessa s va vnica lembrança antesde os er e antes d ebem
passar qvando a cl«v«olvna nesse rio se enobrece s endo s«cedo
rrespassa e do vtro lado em verso de novo sendo apraece e crescem os dois
vndo pelso trino apelo qve bem sendo seja ase a ssomar
qvando sol e lva cordos em sva a vra snedo alembrae q avndo dvas
arvore sladoa lado qvais d vas asa smesams lvas a saberti brar
maislaém da vontade d eqvem entrias gemas d ams aos entretecesse o
maisperfeitotapiz e tapeçaria se esqvencesse eda obra mais bem talhada e
mais firme e menos nada qbes e pvdesse gvardar em plav'ca d evidro fino
apenas o mais simples e vivo ais reqceridoa ver a vsão
do ser aperder e dese assima saberrenascer ao crer sem ter
sido ensi nado e asim sm s e deter e s em ter sido a sim deter
e menos d eterminad@
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