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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

dessever tão apertado e tão dito pelos briosos fios de lvz e lvme lacrados e ver desde o seres sempre qval crescer e crescem sem terem sido - assim sem terem passado ov serem - em frvto ofertas - ao presente - assim bem abertas -



se 
nas
terras de além 
mar ainda non se svstvera
a 
banda
a
margem
!

d
essa 
terra sonhada

integra e inteira
!

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AVGOAS
QVE
BEM
SE
PRECEM



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pássaro
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AS
SIM

ENT’RIOS

 entretecidos
briosos
rios e brios

desde o mais simples
ao
alto e desde o mais

vasto ao baixo e desde

assim linha e lim sem qverer
qvando de vma
a
ovtra
se
entretecem
n
o s
s e v s
n v
v e n s



nomes
do
ser
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om  em

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o
h
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vida
!
TODA
DISFARÇADA

AINDA
a
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ESTANDO
PLENA E VIVA

E 
J
A M A I
S
  
D
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C
LI
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V
I
D   A










Ay, que pesado, que pesado
siempre pensando en el pasado


no te lo pienses demasiado
que la vida esta esperando


ay, que pesado, que pesado
siempre pensando en el pasado


no te lo pienses demasiado
que la vida esta esperando


Cuanto tiempo hace falta
para que borres las heridas


que te hiciste en el amor


cuantas veces te he dicho



que solo tu tienes la llave
que abre y cierra el dolor


mira que hemos hablado
que los recuerdos son mentiras
y que inundan la razon


(EL CORAZON

qvatas vezes desol a sol  olhas por algo - amplo e digno OH CAMPO VERDE O  AVGOAS DESSE NOSSO JADIM! oh lvgaresqvese perdem qvando os amo tantoolhares de ti sobre mim - demim ao se ver latente
nesse sere estar sendo presente
e qvando eqvem bem se apresente asime mais snedo qvano e por dentro se - ovçam os ecos desse povonov'bre desse ser qve se descobre apenas e  só  na folha maislarga dessassvasverdes folhagens destas terras a sim bem lavradas  sempre palantadasOH RAÍZES MAIS FORTES E PROFVNDS E ALTAS  EMAPLAS aonde ainda estiverdesaondeaindea e bem vogatedes e aonde  vos estendestedes les eles aindaem casa nesse lar qvebem  assim svsttivestedes e non deixastedesà toa
ah tva! ahajam as barras a barragens e a smensagens e a s gentes qve nos   falem  hinos de ovtras paragens de ovtras paisagens deovtros ecos ensaias ora ensaiados entriosbriosos  ssres livres qve se  lembrem e non mais s edesdigam dessas altas veredas LIVRES de aonde  jorrem semamar e sem amargvra  sendo a qvais cristalinas  asimestandoassrem reergvidas pela próprias palavras - qve de SOLem menib«nas do  tev olhar bemvejas a crescer arenascer e crecers qve bem seja -e  nessas s vaes pétalas e pés e svaves plntas a bem poisar LIVRE SPLENAS E VIVAS nesses jardins sem plantar enesses plantados eidos dessa sma~soe conselhos e  nos  seios dos vales e dos rios q vese esvaem - fado livre entrios ecos maisantigos desde omai alto ao mais svblime no vale qve asimnas margens se bem b«veja a fechar em perspecetiva alta e ntiga aomar a sim em rios novos a saber voltarq vais a maresias terraa dentro qve a penas s abem  sere estar ali e aonde non haja estrelas anos e vias a nos s eparar q ve a vi e  mais além  vma estranha certa certeza dosi pilares egvidos nvma orla ah1 doirada e no centroo inocente-se e sendo-o asim e mais - nessa copa da arvore mais antiga a volta  da colina onde o tempo nem se acelera nem se apvre assim sendo livres cantigas e cantares ecos pelos vales...)





Estribillo

No hay que esperar milagros
porque tampoco los pedias
cuando hiciste el amor
no debiste hacer planes

tu no decides el futuro
cuando se trata de dos
mira que hemos hablado

que los recuerdos son mentiras
y que inundan la razon




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