do
cantar ao ledo alvor
e
a mais fina flor
a
saber e levar
e
a saber preserva
reqverendo
e sem qverer
a saber levar e libertar:
qvando o dom
qve velam
assim qvais
vê-las
assim
e
Ilvm
I
nasse
o ser
q
v
e
s e
perfaça
e
se veja
por ai afora
ora
adentro
AO
REVER O SEV SOM e sono
ridade
por
aonde ilvmineeainda sedenotem as sebes os lvgares sem se saberpoisar pés
emavras bemmoídas e moínhos dess saber de novo pisar
as
maissimples veredas vivas
nas
praias a se sabeer ser e inspirar ea smaisaltasentrios leitos do srios e MAISS
ACIma Os brios desse maior ser a sesaber rever EM SOB«MBRAS no amanhecer
parecendo toldadoQVANDO REGRESSAS desse encontro acegas qvalao primeiro olhar e qvandoasimem cantar o
sev ocaso EM NCONTROS ilvminados pela lvzdanoite a saber marcar
lavras
e cointilantes chamas sempre se mpre a
chamar
e
sempr qvandobma as abras qvando dessa floresta de sonho emelodia se abram
as mais implesnévos e nelas venha de
novo o dia...
qve
assime
jamais
se esqvença
e qvando se
assvmir e todas
além
sem
se revnirem
assim
arrancados
desse
bem
e mais
imemorial
imaterial
por sempre
estando
paira
ent'rio mais
além desse bem
e desse mal e escorre
qvais
vias
do
rio qve
sobe e se
assvme
qval
o
alento
do dia
primeiro
ao sair
pela porta
e encontrar
soalheiro
as
sIm
se
rvma
assim
nos
en
vol
ve
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q
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amor
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dofv
m o do
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qvan d oassim
non é tido
é levado e
levado
ao mais
alto
cimo
em ventre
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efémera chama qval efemera a vela a coragem
desse a barca assim a o verem
e entre tantos
qve se somam
e jamaIs
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