Uma fagulha de si mesma senhora
uma borbulha por entr'a chuva que o tempo mais de core
assim quais fulgentes... esses os "relances" dessa luz vivente quando partem assim quais as aguas que bem a preenchem de vida qual a deixem qual a partida quand@' achegada...
assim por entre visões... arcos de viver
e s ser por entre quem bem são.... que são a bem dizer... soando... p'lo mundo inteiro espiral vogando pelo ser derradeiro coração inteiro u«integro ainda palpitante quando assim qual ser primeiro tão sublime tão frágil que por ventura a parte se deixe aparte se cir cuns cre va...
e
quando desde a lonjura... desde a chamada a amais pura por entre névoas ver tremura...
A se esvair em si mesma sendo
preenchida por um tema
uma melodia
um cântico
que todos
sab'rão
ouvir
qual essa sombra
por entr'a clara
a imagem...
como essa
que sendo
livre e ser
vivente
qual
a flor
ausente
ainda
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ninguémsna ora sinal bem dondo qual sua forma cristal sua força igual sua anima se bem seja asim - c
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UMA FORÇA EM FORMA DE TEMA DEPOESIA ORA DE POETISA
QUE TREA E TREMURA e tremor asimchamada amais pura for de vida aoriente flor deamor a codente flor nomais produndoainda
ai senda pres
sen te
desde omais altoo arco de cristal in i dades vai contado palavras meias as suas meias ver
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quando a uma e outra sejam se vejam
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estórias de dias e dias e anos sem fim de uma árvore que ainda
sendo prosa honrada ainda sendo meio erguida ora tombada ainda se a de sel e var
asim qual um@'s nascente qual uma ave de peito erguendo ser erguida as e ver de novo a vogar por entr'as
avgoas
dos
tempos e mais
além
dos
fundamentos
dos
elementos
deste
lugar
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caminho
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a flor por entre o seu fundamento
assim qual o coração dessa tal ESPADA
que de três pérolas
maioress e fez AMADA
assim maria triplasina em cruz apontado a terra toda plena prehe dos er de luz se inmolando
assim no cimo de si tendo chegado esse o dom de cal de ver igual asim entre igual se encontrando assim uma cor e uma vel@'s
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