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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

A O ND @ ' S O C H E G @ ' sem e d o d e n a v f RA G AR



NA
"MINHA"

 MÃO 
ODE 
A
ES
S' 
ES
T
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LA

Q
VEJ    'A'  VAN
Ç
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 PERSPECTIVA 
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ORA
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no
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dia
e
t
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na
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dade
es
s
a
t
al
"hombria"


MAIS
ALÉM 
DA


experiência

"mora" 
A
H
OR
A

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l
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es       sa
H
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afastar

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nós

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SER
DE
NOVO


A
NASCENTE

REGRESANDO

BEBE
NDO
D
E
A
ON
DE
a 
REN
ASCE

VM
M
V
NDO 
VNI
VERSO

HABITADO
além do tempo

desses
dos tais
definidos
os
momentos

"formais"


dos 
momentos assim ditos
"vulgares"
aos ugares que venham por dentro assim sendo quais risos e s eres
animando a tua a nossa 
vida em vivencia
assum universos conjugados quais palavras em letras destrinçadas
sem segredo parecem
estar 
assim
frias
perdidas
nunca antes
a serem
erguidas
por entr'os
dias
amel
o
dias

por entr'as
ondas
de marés
aonde bem pises
os
fragmentos ecos
lentos desses cristalinos
areiais que são em ti quando também ali estais
tu
a vida e algomaior
es   se 
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S
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VIDA ÉS VIDA

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es      sa



bandeira alva sem ter em si
perspectiva
assim ao ar livre  sempre
a vogar por entr'as
ondas
da brisa ora de vento ora do momento à de saber trespassar
qual em ti
de face
palida
de face fria
assim quente por dentro o momento no que o sentir leve ao vento se eleve a chamada a "chamarada"
 a rosácea de um novo dizer qual o tempo qual o vento que te toque sem te
en
al
tecer

esses lugares por ai e mais adentro universos estrelas desertos por bemserem
tidos como vivos comovidos movidos pea força a segura
da
p
el
A
T
V

A 
ES
SÊNCIA
sen
hora

PELA 
TUA 
voz 
H
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IA

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FAR
ÇA
DA
por entr'a a rtina que assim parcia
sem 
se 
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q
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VmA

VagA 
que 
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fria 
ora
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vente 
p
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A
dentro 
te
A
en
a l t e
c
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 dos lugares
chamaradas vivas as vivas chamas bem levares
por todo o sempre mais non a v "olvido" 
a serem de
n
o
v
o
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e
b
rio de dig
n
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infantil 
de
A
mor
A 
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O

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ESTE
'
a
s
sim

qual uma hora parece um dia e um momento s e x tendia 
  e 
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SEM SE DE ETER EM D'ETER
MI
N
A
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A    S
F    A
L
É
SI       AS

POR ENTR'AS ONDAS QUE TRASNFORMAS
E O S 
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A    V

I
R
A

D      E
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OVO
AO
SER


que chora aflor que em nós ora e jamais esmorecesse
e uma forma em som
que bem condigna
que vem e se a firm@'sem
mais 
-
A
flor 
ardentE



qual somos
qual fomos qual viremos  devo a advir ora aver quando se entrelaça na mão
viven
T'
assime também b«no calor de carinho raa ter n
v
ra
no
SER
SE
estranho 
que tem forma
de HUMANO
afim semelhante
qual imagem que tempo algum jamais apura



DE HONRAR
JAMAIS
VAZIA PRENHE PLENA A  DE VIDA
ASSIM DE VIDA A SABER
TRANSPIRAR
UMA GORA QUAL SEMENTE EM MÃO QUAL A«CALOR QUAL SUAR QUAL LUGAR EM MÃO HONRADO
NO CENTRO NO CALOR
A MARMAIOR
ASIM SENDO POR SEMPRE
CALOR
BEM LEVADO
CALOR
SE
EL
EVANDO
POR 
ENTR'A A CHUVA
O SOL
ABRASADOR E O
TANGIR
DO FRIO
QVE SE
REPERCUTE
POR 
ENQUANTO

UMA SEMENTE
UMA 
LAGRIMA

VMA 
F
LOR


ORA 
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M
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  S        E  
COM    PAR
T
A


SONHO QUE SENDO UMA ODE
PLENA ÍNFIMA INTIMA ÍNTEGRA
ORA AINTEGRAR
INTEIRA 
NES'A 
PALMA DA MÃO
 VERDADEIR'
IND'
A
I
JAZ

SENDO
 SUSTIDA
GRITO
D'
ESPERANTO 
DE 
Q
VEM
...BEM...

NON 
A 
"ACHAR"




avidaq ue é vossa sinaa eu é latente quando vogae s  etrasnforma qual uma onda que assim retorna por a dentro

que move tudo e todos em derredor
pequena flor de e spumas
livres alvas
e bem - lugubres


a receber acponchego pleno integro - verdadeiro ora inteir@'s...
a


suster

a mão de amar por entr'a  
mão do ser MULHER
uma vida 
- assim 
"ev@'sustendo" - uma imagem
uma outra vida 
em calor de amor assim se
deixa
por 
DENTRO
até qual ser
palpitante 
em si 
em ti 

- assim qual ser
saindo amais errante assim uma nova vida se perfaz
e
 uma outra
 que 
também

por
AI
por 
mais
A
l
é
m
por 
lá
A 
dentro
 o  
sabe bem

o 
SER
POR 
A
DENTRO
dentro 
o
 sabe
TAMBÉM
 bem


 - por -
bem
ser VIDA
IGUAL DA VIDA
LEGÍTIMA FLOR E FORÇA E FPORMA HUMANA assims em forçar a HUMAIDADE TODA E PLENA se acoduna em forma e geito de ser ainda
A PRIMEIRA FORMA E FORÇA
em mão - a ser
SAL
VA
G
VAR
DADA

 o sabe cumplicidade ora cumplice
audaz


serem assim trespassados
e de quantro ou cinco oumais
compassos dados pela vidafora uma avenid aoravereda 
sempre
serena
sempre
briosa
ora
secreta
de aonde sebem se desdiz

esaa nascentede flores
assim
qual arfima mar ao confim de simesma em ti de ti mesma emmais não saber
es
con der esse 
s
er
es
mul
her


 as 
bem 
requer

 ...bem...

 gente entre tanta gente

 sangue e suor...
e regressar
com ar vibrante de quem nem sabe nem soube nem saber sabe
o amor
se 
entrega nem mais se deixasse na noite vazia se detivera e noutra forma em vida em b«vida nova se transformasse
assim qual uma sebe
que nos mantém pro dentro de espinho ra de rosas
sabor ao relento sabor ao mar
sabor qual metal "cincento de quem mais e menos as soube
aprovar



..."CONCEBE"...


pelo amor que levam
por dentro ao que - no silencio- se entregam por entre seres fantasias e sonhos parcos - lacrados...

"as 
HORAS"
 -
SEN
HORAS

QUAIS
ESSAS NOSSAS NOTAS 

SILENCIOSAS
 ORA 
FINGIDAS

O O
 MAIOR
 de
 adormecer
pranto riso e dor
de tantas
de tantos
momentos
procurar
um 
abraço 
uns braços 
que 
correspondam 
ao
 que se sabe
SABER
"a mar"





 - outras -
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haja lá e mais além um ter  um deter  um ter cei ro de bem assim unir antes de bem  haver assim o foi e s e          d e i 
x 
ou
por ventura por a mais preciosa epura
veleidade em se d eter no tempo sem ter idade por entr'a cidade desde o seu 

profundo perfume 
dessa
 flor
de
sse
a
HUMANIDADE


honra
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do
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mais 
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do
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mais além da via sempre e  qquém
assm trazendo ao rel
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 ora ainda por ver nascer  qual aos ceos o sol - silente ora eloquentes
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