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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Q VANDO DESSE FERRO FORJADO DESSE ARAME EMAR A N h A D O - e d e s s a a passagem do fôl e go - e do sev ser vivente e dessas as mvsicais notas dessem core coragem ao sev maior onte e nesse vm monte d e gente s endo a ser revnida pela chamarda mais +intima pelo apelo - dessedessa sva chaa a mais - @ N t I - @

nesse e s óm
e nesse 
 o sev agir
girem os  astros  gitem os nossos antigos
dilemas e nesses mais preciosos e preciados profvndos - os mais a mplos e mais além dos confins arcos d eviver a s aberem volta a se d oar e sendo alémd brisa dessa a ve q ve  paira e poisae  jamais  pisa   nos  ecos asim s aber ovvir e lembrar e sendolevada e sendo qval  avgoa jamais calada apenas  qvais flvia e  ia s em se d eixar partir  asim sendo qval   vnir   vniria e sendo aosorrir me plena noite  ora di a em pleno dia asim qval na noite   assim se  ovvissem e  jamis se  esqvencessem os  sres q ve so- r rissem e em plenitvde de pe
I to esse sev passo dessem sem se  saber a braçar e  desse o brasão primeio ao sol a achamarada  o d erradeiro a sim a via da vida   aind a asaber  fadar e os fados q ve bem dsedescreviam sendo  em silencio a cantar nos qve a haviam  asim e beme  sme mais aos e spalaherem e ntrios  ramos  de viverem entrios ca«ontos a saberem contar e nos recantos nesses snov«bres canteiros  qve  sendo peqvenos ainda sobejam desse sev ÂNIMO  qval  vltimo o alento cega aonde jazente permanecessem e s em  cessar  cintilam os qve vem  a promessa e pormetem os q ve  sem se vejam sem a sim o alento sabem   do bem  assim sabem bem doar - e   desses que entrias a ves desas as  svas as as de  li verdade - assim desse ler em verdade se ajvstassem e  lerem assim - mais além em liberdade  ler  releriam e as sendas palavras mais finas  qvais sons a sim entreteceriam para asim se saberem  consegvir   revr e aos s etidos todos plenos e pvros nvm s+o som  nvma tal  qvalidadenesse timbre qve se  desfaz em  ´vnico qvais  os mergulhos sendo desde  tarde sedissolvem na eter  ni  dade
e nessa soam assim a pleno  a pleno cor apleno sê-o sem e star e sendo-o a sim bem  desde cedo ao cantarem ao dialbal ao amanehcer a avrora! oh alvorada desse novo  ser a se  reecontra emsi mesma  em si mesma amora e s endo desde cedo chora por  qverer denovo asim ao centro a cima  ao relento sem estar su«vstida a chamada    amigaassim bem  estando a  ilvminar passoa  passo e co nas areias passo apasso apenas  a q vem  vem e   vejas e   sejas e em seios a sim e  sem meis  nessesque palpitem ao de leve s«qves vspirem qvais bem  ddescrevem e ve sendo livres e bem  e  igvais sendo qvais pares   parecendo  qvais promessas de novo se reergvendo  asim qvais mõs emmãos me c icvlos de irmandade a sim qval a mais velha  arvore d iria  qve flores em foorestas maisbem plataria se timbresnas terras  perfizessem e nesses frvtos antes de o s erem  dia q ve s endo a sim sementes - as mais amplas frontes na smais simples   frentesa  rentesse veriam refelectidas nas próprias avgoas dessa a sva mesma  vida s vavidades e bem amais coragemns  qvais vitrais reacesas e  assim sondadas horas reacendidas q vais nas velas e nos velemenes desas as barcas qve vogam em direcção à partida!
À chegada! haja maresia asva sinae  sva maré desde o porto ao porto - assim amada - 

entretecidos os heavensdesses ovtros eidos que  falem dos lvgares aonde as barcasse abeirame  abraçam e deixam as s vas ladaínhas de lvmes e de e strelinhas e de - avgoas qve nos ar  assim - também vogam e  bem se - trespssam pela lvz real do ser  afim pela  lvz formal desse a inda se reter em ti qval em mim - desse o desejo q ve sem pre parece q ve  se perde ora q ve se permanecssse  asim e nonmais - qvando - em dvas a arvore vna assim por ventvra
sem  arco sem -marco de  dar a  sva  vira e volta e sem o passar de pilarempilar  qvais serras dess eporto q ve mais parecesse  qve nos   hinos  volta desde o mar  antigo desde o sev doce amar desde o estemvnho perdido desde o rio doirado desse  qvatro osns  retidos a téterem sido pintados e dessa escala de mais s ete - sete saas sete - estrelas duas vezes pintadas nos ceos- e se  os  sevs asima s esqvenecessem e as  arrefecessem oc«vassim concedessem  sem  qverer sem crer  semmais - q crererm opoder de as ver de novo a veejar barcos dos cévs íntegras e s erenas e os apelos dessa a coragem sem  ancorarem apenas  «vogassemem elmas para sem  cantados banidos por veszes  fvstifados
pelas e ras t
ão cheias d  simesmas pelnas e- repletase  dreitas e pelos seres qve se vnissem e non as cantassemd e sdeo pleno apelo  em peitoa sim a dreito honra e  chama e via e vidasim   jamais   nvnca mais . dissem e depois a calassem -
e sendo a  galante    gala dessa a sva e strada e moradia a chamara chamarda  a  mais  olaivo dessaa espada fria que sendo asime riste  qvaod a veja s a brir se o  ceo d enovo sendo  sedeixa v desiste  a tombar o tombo qve bem  estando non e xiste  assim  s eriamos nos ao amor ao rev«bolarpor  algo melho entrios lirios - a  flor dos c irios acesos de set em sete candeeiros desse slh«vgares primeiros dessass erras noemadas dasespadas de carros deestrelas cheias da smiradas mais famadas e dessas antigas e stórias qve nos foramLEGADAS para mater a vivar ame rodaa  circuvlarem  qvais nas avgoas d avida sme mais pararem des erem e de s e formarem  nessaantiga   ladíha nessa a ntiga sinonia - algvsn persegvem o  rvbro compaixão desse laraalaranjado ora olimão desse a s va  cor aocrresponderao coração desse o s ev  ovtro ser tão bem e mal mado  qvao o mando dessse oa leme o lema  que  motto o«non  siab nem descreva e q val o  escvdo a rquvivoantigo qve nonse saiba mais descrever  nem a spalavras d elinho mais  fino nmas flores desseestranho TRIGO qve doiradas nos campos verdes campos1 atéao entardecer se deixassem de novo de er e  ever  sempre sorrissem qvando desdeos campos sme ome desde as torres jamais noeadas   partida a palavra d obrada e stivesse e assim sendo - esqvirolas cravadas e mnós nessesnossos recantos a epsra ora de seremAINDA MAIS A FVDADAS PELA - forçadains+idia desse disfarem  tantos - orassm RRANCADAS PELA SMºAOS LEGÍTIMAS que a svnam por as bem amare  emais doq ue tantos pvdessem de novoovvir e s ere sentir o cantar o cântico  o  er  dedse cantaro  vivo1  qvesendo  desde cedo entrios primeiros  ficov send   vltimo pra permanecer "ovvideo" assim qvando entre visõese sendoentrevistas asmais simples efémeras  sonhadas .  veredasnem a sim tradvzidas nem d efinidas nem em caixotes perdidas nem em pó a sim  sendo a ssvmir q ve a vida em aoressendo  foi sempre contada  nvnca a  sva s´vmvla se chega e sorri e  se transforma qval a aogoana sua  passada  qval o eco das aogoas - qvenon vale nada e nesse vela constante  nessee starem d espertas as  visõesos entreveres os  saberes asim a spessoas e a s animas  cheias dessa plenitvde dessas taças  se encoragem   se animem e mais nons e escjdam de serem  assim -  mais tarde  ora mais cedo perto desse centro qve a rde sem ser o mais belo desse   algo que  arcoe volta  sempre traz a  sva sina sem  brida sempre traza ela s em o ser e  smepe chega aparcer  estar sendo  qva  vela e  asim esta em todo o  ado sem nenhmdos lados aism seqver sea perceber...




hajam as plvmas qvais  plenas

lágrimas tvas qvais lemasao se verema poiar entrias lagoas mais- cristalinas avgoas sendo  lemas lidas apenas p’los qve desse tom desse saber dese saber a sal semo sev doce lema amais non se sovbessem bem ser a chegar e dessa a chamarada dada e desse tom e tema e lema ao condizerem ao sva  nobre e mais digna ah! chegada!

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