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domingo, 25 de setembro de 2016

ASSIM QVANDO O LIN - e linha eram da mesma NATVREZA apenas saber qvealgodão não engana ali e aonde é crescido e qveas calças domar ferdo se retiaram qve as s aias de rosasde faces rosadas deixaram de se ver rodare nesse virar da esqvina nessa nova litania -- asim emais bem se ovvissem a ver de novo - lembrar



diz 
- O SER QVE -
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PEDRO e dizia HOMEM
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 agora sem caramelo

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rec  o n   h e c er

AVGOA
PVRA E FRVTO 
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tome som dessa  melo  dia antiga ao ser em regressar enos ares enas svas litanias as poesias as asasvivas e de novo a se saberem revnirqval asa qvevogasse e  qval apalma dessa palavra q ve na mãoainda senotasse
e denotarem asim emenos por bem estar qvando esse passar de sas desse a  palma a sva casa e desse ao sev o fogo do lar
(home  coming – havens  as  you«v may say – and wellcoming again in a grain more thand sand more than sad more thansadness as  yov’ve listenes ANIMAE animados assim em anima sedescobrissem)
poesia
  os temas em varias melodias apenas as penas sendo toldadas e as melodia dessasantigas palaras mais a cimaoa centrosendo  e levadas


OH TORRE MAIS ALTA OH  SEV MAISLATO SVSTENTAR avndo desde omais profvndo da terra RAÍZES ANTIGAS DESDE  AMAISIMPLES VEREDA QVE VETOS A SIM BEM SABE INSPIRAR E  DESDE O MAIS ALTO DESSE ORLA PRATEADADEVERE  ESCVRO ASIM BEM-  ARREDONDADA QVE BEMS E SABER EM RODA  VIVA APRANTEJAR LENTA E SERENAE CALMA COM VOZES QVE SENTRELAÇAM E DESDE OMAIS  ALTO BRADOAO CANTAR MAIS CEDO E DESDE A SEDA CETIM E  VELVDO A SIM SE ENTRELAÇAM ASSIM EM SEGREDO...



is alto desse  seio de rio qve non sabe  svbir PELO CENTRO O MAIS ALTO no cimo  a comvergir  qval amores desses castros antigos qve desse monte de marte e m aria  e marte sedespes«dissem e qvandoa tradvzir a isme  menos se  desdissem em RÉPLICAS ve também se vestem e  se ovvem q vais bems e ovvisssem nos FAROS DESTA AOB«VTRA LINHA nas barcas a  saber regressar nas FAMILIAS todas em linha VI - ASSIM QVAL CAMINHO QVAL CAMINHA QVAL SABER VOLTAR e nessa orla preciada non haver a haveria nem avia nem vi nada a saber s vster e ilvminar qval torremais alta entrio cév o   sev ser de amores o mar o rio e a s flores e forestas em derredor amasi non saber passare  as AREIAS odces tão belas a se«aberem se depor  asimem triste lvgar ancoradas de mais de cinc emmenos de cem anosmarcadas passagens para bem estares a deter e sem  te d eter asimas flores dessas plantas e amores apssares qvas varinas em nazaré qvais san adrés de teixidonesse ovtro ponto amares amaridos amarelecidos sem se vera primeira  flor a s eperder oh laranja oh lar e a segvnda sme gvarnecer  o crença qve se  desfez do ser ser criança o a trina amais simples d e cravo em vestir  asim  sem ter de s er em  metalica  força em sintonia e philarmonia mais alé  vogare   e ir e voltar  a pergvntar eporqve não a qui teruial OH TOLEDO de dara volta sem ter o S EV   - LVGAR  VM HAVEN u'vm O PORTO tãopreto  tão perto tão  assim qval acochegado qval abraço e abraços e braças dadas e qvantas as milhas d eoiro do doiro qve nas rc'vas ainda nons ejam  a rodarem LIVRES  JAMAIS  QVAIS CHAMADAS E CHAMARADAS SENDAS APAGADAS..






desejar
e
 nvm
svspiro e
nvm
ade
j
o
as
sim
e
a
 lém
  d o d
  ese
   j
 o s e
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be b
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oh !
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     a
      r o h !
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svas
mar
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   a
     s l e
tras
paIr
  a
n d o e
s
 s a s
as
raízes
as rasadas
terras
brandas
p’las avgoas
aondeaindas
as
encontravas
e  nobres

e  v  r I s

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