diz
- O SER QVE -
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escreva
PEDRO e dizia HOMEM
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PVRA E FRVTO
AGRESTE
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tome
som dessa melo dia antiga ao ser em regressar enos ares enas
svas litanias as poesias as asasvivas e de novo a se saberem revnirqval asa
qvevogasse e qval apalma dessa palavra q
ve na mãoainda senotasse
e
denotarem asim emenos por bem estar qvando esse passar de sas desse a palma a sva casa e desse ao sev o fogo do lar
(home coming –
havens as you«v may say – and wellcoming again in a
grain more thand sand more than sad more thansadness as yov’ve listenes ANIMAE animados assim em
anima sedescobrissem)
poesia
os temas em varias melodias apenas as penas
sendo toldadas e as melodia dessasantigas palaras mais a cimaoa
centrosendo e levadas
OH TORRE MAIS ALTA OH SEV MAISLATO SVSTENTAR avndo desde omais profvndo da terra RAÍZES ANTIGAS DESDE AMAISIMPLES VEREDA QVE VETOS A SIM BEM SABE INSPIRAR E DESDE O MAIS ALTO DESSE ORLA PRATEADADEVERE ESCVRO ASIM BEM- ARREDONDADA QVE BEMS E SABER EM RODA VIVA APRANTEJAR LENTA E SERENAE CALMA COM VOZES QVE SENTRELAÇAM E DESDE OMAIS ALTO BRADOAO CANTAR MAIS CEDO E DESDE A SEDA CETIM E VELVDO A SIM SE ENTRELAÇAM ASSIM EM SEGREDO...
is alto desse seio de rio qve non sabe svbir PELO CENTRO O MAIS ALTO no cimo a comvergir qval amores desses castros antigos qve desse monte de marte e m aria e marte sedespes«dissem e qvandoa tradvzir a isme menos se desdissem em RÉPLICAS ve também se vestem e se ovvem q vais bems e ovvisssem nos FAROS DESTA AOB«VTRA LINHA nas barcas a saber regressar nas FAMILIAS todas em linha VI - ASSIM QVAL CAMINHO QVAL CAMINHA QVAL SABER VOLTAR e nessa orla preciada non haver a haveria nem avia nem vi nada a saber s vster e ilvminar qval torremais alta entrio cév o sev ser de amores o mar o rio e a s flores e forestas em derredor amasi non saber passare as AREIAS odces tão belas a se«aberem se depor asimem triste lvgar ancoradas de mais de cinc emmenos de cem anosmarcadas passagens para bem estares a deter e sem te d eter asimas flores dessas plantas e amores apssares qvas varinas em nazaré qvais san adrés de teixidonesse ovtro ponto amares amaridos amarelecidos sem se vera primeira flor a s eperder oh laranja oh lar e a segvnda sme gvarnecer o crença qve se desfez do ser ser criança o a trina amais simples d e cravo em vestir asim sem ter de s er em metalica força em sintonia e philarmonia mais alé vogare e ir e voltar a pergvntar eporqve não a qui teruial OH TOLEDO de dara volta sem ter o S EV - LVGAR VM HAVEN u'vm O PORTO tãopreto tão perto tão assim qval acochegado qval abraço e abraços e braças dadas e qvantas as milhas d eoiro do doiro qve nas rc'vas ainda nons ejam a rodarem LIVRES JAMAIS QVAIS CHAMADAS E CHAMARADAS SENDAS APAGADAS..
desejar
e
nvm
svspiro e
nvm
ade
j
o
as
sim
e
a
lém
d o d
ese
j
o s e
s a
be b
e
m
oh !
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m
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r o h !
as
svas
mar
esIas
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d
e s
s
a
s l e
tras
paIr
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n d o e
s
s a s
as
raízes
as rasadas
terras
brandas
p’las avgoas
aondeaindas
as
encontravas
e nobres
e v r I s
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