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domingo, 2 de outubro de 2016

se s e C OMES SE O - N E g R O A S f ALTO e se se segvisse sopr a n d o e s egvrando qval q veI mar a s sim qveImarI a - a senda a lavra apalavra a via e a sva espelhada - @ S SIM sem s e ve r - se e m b a cIa r I a




Lyrics

O bon ny Port mor e,
you shine where you stand
And the more I think 
on 
you the more I think long

If I had you now 
as I had once before
All the lords in Old England
would not purchase 
Port 
more.

O bonny Portmore, I am sorry to see
Such a woeful destruction of your ornament tree
For it stood on your shore for many's the long day
Till the long boats from Antrim came to float it away.

O bonny Portmore, you shine where you stand
And the more I think on you the more I think long
If I had you now as I had once before
All the Lords in Old England 
would not purchase 
Port
more.
All the birds in the forest they bitterly weep
Saying, "Where will we shelter or where will we sleep?"
For the Oak and the Ash, 
they are all cutten down


And the walls 
of 
bon
ny 
Port
more 
are all down to the ground.


O bonny Port more, 
you shine where you stand
And the more I think on you the more I think long

If I had you now
as
I had
 once
 before

All the Lords of Old England 
would not purchase 
Port
more.

Se
o
doiro
-
com
os sevs
ovteiros



-
para
visitas

e
seres
soalheiras

PESASSE

vma

LIVREIA

 a
mais
e -
SE
NAS
ALTAS
PIPAS

desse
em
ser
e

contas
sem
a larga
e ampla
margem

qve
se
veja
ao
descer
e
a
cantar


e
des
sas
svas
avgoas

DOIRADAS
pelas
orlas
das
copas

amadas

assim
desse
sev
doce

vmbral

assim
se a
beiras
sem
de
bera
a
beira
pas
sas
sem

pas
sar
os
sem
saber
poisar
e sendo

esgvios
os
latejares

sendo
os
povos
a
serem

sem

Porto
 de
Abrigo


a o
 sere
m e s
ede
s
loca
rem


para
ovtros
perto
d
os
p
ortos
p
ara
levarem

a
FRVTA
DA
IRA
DAS
VINHAS


qve antes
e apenas...
em
de-redor...

e
non
em
cor
qvese
adevinha
antes a flor!

desse
o
jardim
!
e antes

FLOWER
ASSIM
EM
TI
EM
EM
MIM

sendo
a
florar

QVAIS
AS
ROSA
DA

ROSA
DAS
LAV
RAS

des
sas
qve

encantando
ovsastedes
ver
a cantar
e desse
recanto

em
canteiro
tão
belo
em
si
mesmo
-
cimeiro

e
qvantas
as
vagas
apenas

-
PARA
LEVAR
mensagem
e  regressar
e non para
jogos de brio
em terra de
pvnho
as
sim
elevado
e
desse
trovar
entr'as

trovas
desse
ser

em
nascer
já
sendo
ajoelhado

e
desse
renascer
lento desse

espaço
ao
vento
a
se
deixar

levar
qvais
as
graves
notas

cavas
tão
bem
abertas

qve
lavras
assim
se
aIras
sem
sem
bem
ver
em
partir
em
de
s e v e r
ardentes

antes
o
entes
e
as
vivas
sendas
ainda
sendo
presentes


as
qve
bem
se
viam

-
embevecidas
lagoas
agora
encimeiradas

pelas
lavras
das
mais
doiradas
letras


pelas
mãos
mais
amada
assim
@
serem
em
cinzas
assim
qvais
consisas
@


coincidir
nessa
praça
qval
obra

ah! senhora doirada
assim e desde
as svas cimas
as mais elevadas
a lagoa no centro

 -
varada a barca
a arar
sem mais
a se elevar
e
em
de-redor
o s e r d
e a m o r

a reflvir @
'
sempre
e
s
em ce
      s
s a r
e de
s
 d e a
milha

A
H
!
D O
I
R A
D A

(
senhora a onde
e
ainda
haja
a
ondear

assim
se possa
sem lvme
sem
fvmo
a saber

respirar
e a
transpirar

assim
de força
non
é
bria
e
vive
assim
a
onde
ainda
seja
a
clarejar

qvando
nessas
despidas
e
dvras
alvas

qvais as antigas
se vestiam

qvando já mais
non tendo e´já
mais non sendo

 assim
pareciam
qvais
os
engen
dros
a
desfilar

nesses
perfvmados
perolados
diamantes
dados
qvais
sendo
para
sempre
e
sem
carvões
assim
sem
coragem

sem
serem
em
crostas
nas
nossas
costas
haja
a
corajem
dessem
b
em
nascer
e
ovvir
e bem
a carpir
a antes
de
decidir
o doar
o ser

entria
roda
dos
pe
q
ve
n
os

qve sendo
na advltícia
menos
assim
de novo
s
 e
  a
 v
e
 n
 t
v
r
a
s

sem

o r a
a
c o
m
e r o
r a d
e s I

) (a
 r
 l
 e
 v
 a
 r

ora
a
g
ora
q
v a l n
   v
  m
   a
   s
   o

c
 h
  ora
 m a
apear
de
t
 ere
  m
sido
assIm
 seis

com
en
saIs

a s e
 d
I
z e r e
m b e m

r e a I s
a
d
 e
   s
d
I
z
e m
o v
alo
r r
 a
l

d
es
sa
re
a
l

c
er
t
eza

q
v e d o a
l v m e e
t e c t o a
o n d e b
e m s e p
r e  z  a  e
q
 v
  e
  s
e
d
e
s
d
o
b
r a q
v a n
d o a
s s
I
m
s e v
o g a
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s t r a
h
I
n
 o s a o
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d a ha
j a s v
a r e a
  l l
 e v e
   z
   a
e s s a
   a

a
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  d
   a
s
 e
   m
b
  a
   n
 d
o  e s a
aba
n
d
e
I
r a d e s
e o s e v
a v e r e

e

    d
  e
s
   s
   e
e r a
r e n

a s c e r

s
e
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t
e
 r
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m
s I n
e m
e I r a
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  e
    m

e s
t
 r
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b
o n
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t
r
I
b
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I

r
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m m
a r
g
  e
m d 
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a o
nde
s  e
qve
I
  r
a

a s
sIm
v e
r  a
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p
r  e
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p
 e
  r
 f
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d e n o
  v
o a r a
I   z
 d
a l   e
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r a
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 n
t a
   e
    m
t
 v
  a
 s m
  ã o
s
a   l
v a s
e
 n
   o
    n

p
In
t

ada
 s
-
 r
 e
n
 a
  s
c
   e
r
 I
   a
. . .







O meu Porto do Graal São negros os meus queixumes, 
são tão longos e tão breves os longos olhos distantes, 
dos amigos dos amantes,
e
outros tantos nunca antes vistos;

são discursos, são ministros sinistros são quem são, afinal?

Quanto tempo, quanto tempo a esperar a hora,
quanto tempo mais, meu amor, meu povo 
à beira mar e cal,

basta de lamento

Viva 
Portugal,
viva 
Portugal. 



 Esta noite vou cobrir-me como o xaile de minha mãe 
que já morreu, 

a 
mesma hora acender o braseiro

e 
rezar e cantar 
com 
a 
voz
que
 Deus
 me deu: 

 "Ai Mouraria da velha rua da Palma,
 onde eu um dia deixei presa a minha alma"


 Quando a hora 
tardía chegar,

todas as coisas 
vão mudar de lugar 
para sempre 
a 
teu
 lado 
meu amor, meu amor 
meu país 
Minha mãe, minha avó minha raíz 
minha mãe, minha avó minha matriz 




meu
só-li-dó 
meu
filho que quis 
 Sonhos
 de
alvoroços na madrugada
em 
espuma
desfaço-me
@
t
e v s 
p
é
s
, 
m
e
v

Graal 
Viva Portugal,
o 
meu
 Porto do Graal

(cantam- Dvlce PontEs
e 

- 
M

A

R
- 
V
)      (
I

A

Dulce Pontes
/ 
Dulce Pontes 

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