Lyrics
O bon ny Port mor e,
you shine where you stand
And the more I think
And the more I think
on
you the more I think long
If I had you now
as I had once before
All the lords in Old England
All the lords in Old England
would not purchase
Port
more.
O bonny Portmore, I am sorry to see
Such a woeful destruction of your ornament tree
For it stood on your shore for many's the long day
Till the long boats from Antrim came to float it away.
For it stood on your shore for many's the long day
Till the long boats from Antrim came to float it away.
O bonny Portmore, you shine where you stand
And the more I think on you the more I think long
If I had you now as I had once before
And the more I think on you the more I think long
If I had you now as I had once before
All the Lords in Old England
would not purchase
Port
more.
All the birds in the forest they bitterly weep
Saying, "Where will we shelter or where will we sleep?"
For the Oak and the Ash,
Saying, "Where will we shelter or where will we sleep?"
For the Oak and the Ash,
they are all cutten down
And the walls
of
bon
ny
Port
more
are all down to the ground.
O bonny Port more,
you shine where you stand
And the more I think on you the more I think long
And the more I think on you the more I think long
If I had you now
as
I had
once
before
All the Lords of Old England
would not purchase
Port
more.
Se
o
doiro
-
com
os sevs
ovteiros
-
para
visitas
e
seres
soalheiras
PESASSE
vma
LIVREIA
a
mais
e -
SE
NAS
ALTAS
PIPAS
desse
em
ser
e
contas
sem
a larga
e ampla
margem
qve
se
veja
ao
descer
e
a
cantar
e
des
sas
svas
avgoas
DOIRADAS
pelas
orlas
das
copas
amadas
assim
desse
sev
doce
vmbral
assim
se a
beiras
sem
de
bera
a
beira
pas
sas
sem
pas
sar
os
sem
saber
poisar
e sendo
esgvios
os
latejares
sendo
os
povos
a
serem
sem
Porto
de
Abrigo
a o
sere
m e s
ede
s
loca
rem
para
ovtros
perto
d
os
p
ortos
p
ara
levarem
a
FRVTA
DA
IRA
DAS
VINHAS
qve antes
e apenas...
em
de-redor...
e
non
em
cor
qvese
adevinha
antes a flor!
desse
o
jardim
!
e antes
FLOWER
ASSIM
EM
TI
EM
EM
MIM
sendo
a
florar
QVAIS
AS
ROSA
DA
ROSA
DAS
LAV
RAS
des
sas
qve
encantando
ovsastedes
ver
a cantar
e desse
recanto
em
canteiro
tão
belo
em
si
mesmo
-
cimeiro
e
qvantas
as
vagas
apenas
-
PARA
LEVAR
mensagem
e regressar
e non para
jogos de brio
em terra de
pvnho
as
sim
elevado
e
desse
trovar
entr'as
trovas
desse
ser
em
nascer
já
sendo
ajoelhado
e
desse
renascer
lento desse
espaço
ao
vento
a
se
deixar
levar
qvais
as
graves
notas
cavas
tão
bem
abertas
qve
lavras
assim
se
aIras
sem
sem
bem
ver
em
partir
em
de
s e v e r
ardentes
antes
o
entes
e
as
vivas
sendas
ainda
sendo
presentes
as
qve
bem
se
viam
-
embevecidas
lagoas
agora
encimeiradas
pelas
lavras
das
mais
doiradas
letras
pelas
mãos
mais
amada
assim
@
serem
em
cinzas
assim
qvais
consisas
@
coincidir
nessa
praça
qval
obra
ah! senhora doirada
assim e desde
as svas cimas
as mais elevadas
a lagoa no centro
-
varada a barca
a arar
sem mais
a se elevar
e
em
de-redor
o s e r d
e a m o r
a reflvir @
'
sempre
e
s
em ce
s
s a r
e de
s
d e a
milha
A
H
!
D O
I
R A
D A
(
senhora a onde
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ainda
haja
a
ondear
assim
se possa
sem lvme
sem
fvmo
a saber
respirar
e a
transpirar
assim
de força
non
é
bria
e
vive
assim
a
onde
ainda
seja
a
clarejar
qvando
nessas
despidas
e
dvras
alvas
qvais as antigas
se vestiam
qvando já mais
non tendo e´já
mais non sendo
assim
pareciam
qvais
os
engen
dros
a
desfilar
nesses
perfvmados
perolados
diamantes
dados
qvais
sendo
para
sempre
e
sem
carvões
assim
sem
coragem
sem
serem
em
crostas
nas
nossas
costas
haja
a
corajem
dessem
b
em
nascer
e
ovvir
e bem
a carpir
a antes
de
decidir
o doar
o ser
entria
roda
dos
pe
q
ve
n
os
qve sendo
na advltícia
menos
assim
de novo
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O meu Porto do Graal São negros os meus queixumes,
são tão longos e tão breves os longos olhos distantes,
dos amigos dos amantes,
e
outros tantos nunca antes vistos;
são discursos, são ministros sinistros são quem são, afinal?
Quanto tempo, quanto tempo a esperar a hora,
quanto tempo mais, meu amor, meu povo
à beira mar e cal,
basta de lamento
Viva
Portugal,
viva
Portugal.
Esta noite vou cobrir-me como o xaile de minha mãe
que já morreu,
a
mesma hora acender o braseiro
e
rezar e cantar
com
a
voz
que
Deus
me deu:
"Ai Mouraria da velha rua da Palma,
onde eu um dia deixei presa a minha alma"
Quando a hora
tardía chegar,
todas as coisas
vão mudar de lugar
para sempre
a
teu
lado
meu amor, meu amor
meu país
Minha mãe, minha avó minha raíz
minha mãe, minha avó minha matriz
meu
só-li-dó
meu
filho que quis
Sonhos
de
alvoroços na madrugada
em
espuma
desfaço-me
@
t
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p
é
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,
m
e
v
Graal
Viva Portugal,
o
meu
Porto do Graal
(cantam- Dvlce PontEs
e
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M
A
R
-
V
) (
I
A
Dulce Pontes
/
Dulce Pontes
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