Nesses lvgares aonde ainda ondeeie
a força da vidae daverdade e se ppreze
qvando aindaondvlando
no ar e naiaogoa e nesse sev doce pranto
ao renasceres
e crescerem
e na avrora permaneceres
e nesse doiradoprado assim
e em cima embevecido
e nesse catar rodado
dessas saias
e dessascimeiras e eiras e dos montes
assim sendo tingidos
de verde
de esperança
dessaforça
qval no renascer
e crescer
de criança
e nessasilhas qve assim sendo
flvtvam qvais nas milhas
marírimas qve nascostas
ainda se notam
e nassvasmargens essasqve também a devinhas
assim perennes
e sendo
assim qval bem retendes
assim advêm e mais serão
de vrão
qvais a sminhas
qvaisas tvas qvais as savdosas
palavras prendadas
qvaisas lacrimosas
tãobelas!
qvais as mais fermosas formadas palavras
qvais em sê-los
qvaisentretecê-las
qvais nesses lemes enessas velas enesses lemas qve bem lemos
nessas svas nossas vossas estórias
e nessesseres romanceados
nesses sevs escvdos
qvais brados! qvai vítores!
qvais as vitórias!
qvais as lonjanias maispavradas
e qvaisos sevs sinais e as svasglórias!
e nessespoemas mais inconclvsos
e nesses sev tems enesses sevs lemas e mvndos!
sepre estando! a saber sonhar
enessesoceanos
profvndos! apelos por bem ser
apelo ao sevem doar
em à barca! qveainda ardente
qvesendo cedo se sorris se reacende
e qvais os apalavrados e palavreados qve também se conadvnam
e nas dvnas
qve bem cedo permanecem
ancoradas svasestórias bem
ornadas
dessess evs regalos
desses sevs eirados
desses tremores
e tremvras entrias trem«voadas
e nas trovas
e noshinos enessas svas vidas
passadas...
jamas a nascer
e crescem nessas estórias fogos elvmes desses faros
dessasmasidemil estórias
qvando assim ao cimo em tristeceram
em três permenecem e nessas estrelas hinos
algvs
fiosassim em sonhos
assim re-ergveram
e nesssassvas s vaves palavras
svaves tons svavidades
nos ares ao cintilar
sem o ter
ao se sentir
sem bem se a perceber
e sendplidas e asim bem dov«bradas
as maissimples alvas
as masi doces e craras
assim qvais as mais bem abençoadas
qve se levam ebem se prezam e non pesam nem sopesam asim mais nada
e ao ser
ao se deixar entrar nas vagas!
nessas bágoas dese saber levar e nessesol e nesse sal
a sararemqvais os inspirados pprados dessas pradarias
qve s endas!
tãoprofanas
qvais as svas fvdamentais
cristas e cavas!
qve assim ebem entoadas
assim embevecem e nos enebriam e nos rios e nas rias
parecem qve precem e crescem
e non valem nada são doadas
são toadas dadas1
ao som do lvmee sedessefogoao cév sentido e sem abrigoo sev ser confirme confirmezaa sim se esgrimeoh palavra qve silencio
ohpalavra qval fiel abrigo
oh palavra qval do ce por
to
e mar
e qval pontvaçºao svbli
nhasse
e nessas linhas cedo se entre la çasse
e nesse lançaqval foste a encontarr
oh barqvinha no rio a baça a cabeça assima acabar
es
e sempre menos dessem
desses qve ainda seenaltecem desse lângvido svster
svstentar qval no fio
desse cvme
qval no lvme qve qvema efrio
qve se elva
nese campo
sem trigo se serem
joio
sem terem mais qve prendar nem qve preender nem qve apreenderem
jogos qve non oiça qve nonmoio
e nesses rodados assim a saber ovir e nesses cantos e nessescantares
e nessess evs pares parecidos qvais senhoras qvais svas boas
avgoasao ser ao sairem ao se descobriem empleno dia ao alvorecer
e crescendas
e
acrescidas
nesses
cântaros
sevs
antigos
dias!...
Nvm ornamento - sev doce svster e nvm momento e mais alémdo s er
e nesseser ao vento qval ev fvdamento assim e na cima ainda
a avmentar
e nesse tefgvmento tecidoao vento hvmanidade ao sev nessa óvala
oblonga
nessa sva trina qve tomba
e nessa a chmar a sim qval em redoma assim qval ser sem dona e sem ter dono
renasce do ar
e cresce e seexpande
e non cessa e nem cesse desse ser
doirado1
oh chvva da qve bem falo
e nesse algo alvo
qve a simq val bem viste renascer em negro e em cisne
em si mesma asim se transforasse
de novo qval em lendasqval galenas
qvais galés
qvais igvais tv as vejas lágimas e realejos
asim hvamanas ebem ligar assimprofanas asim bem contar
e nessseentrar asim ningvem encontre e em gondar em gôndolas
dess pratear
desse pranto assim se
ja
desdea fonte ah! fronte! qve bem sonhase sendo dessebijar dese beijo em si mesmo
reconhecido sem abrigar sem se abrigar e sendo emsi asim senda e vereda renasce
o dia renasce entria treva desse lvsco o fvsco dessse ovtono dessea contar
qvando desses ares de minhos dessem em agosto parabem se casar
e qvando trovas e trevas
bem acalentas e bem venhas aovvir e ver e asvmir
e nessa sva invernias tenhas atendas as lendas qve p'recem qve se somem
ora se assvmem qvais fvmos nesse ovtono qvaisnovasfolhas de ovo ao ar ao ser es vbir qvais a svejas ao longe
as janelas!
as brancas e belas... assm pintadas qvais aqvarelas
no cev nesses sevs a olhar nessess evsolhares
qvando também os pintares
assim sendo a saber desposar e ntretecidoshvamnos e briosos tempos ocntados qvando ostempos me derredor dopvme da vida em círcvlos pare
cem tersido asim lembrados nessesqve de panos agora povco bem entendam enessas tendas qve sereacendiam
e nesses tecidos - tantos - alvos
tantosao rvbro entretecidas vias qvais as vendas
e vandagens e gentescores sem cor«agem sem corar estendidas em verde desdeacima e desde campo a saber levar ao vento sem ningvém seqver
ainda se qver lembrar de as tocar e nesas notas noites todas nessas svas molhadas palavras entretecidas entr'as avgoas ainda se saem e se bem sobejassem e bem se sovbessem em beijos qve jamais se esqvencem e sendo entretecidas
nestes nossosvossos
nos sons
dos novos dias!... sem se pontvar... e sendolidas apaarecessem sendo apar a sim se enriqvecessem e rijas altase dignas as paredes mais hvmildes
sovbessem assim saberestar
qvais fogos desse doce lvgar desse e co em secreto dialecto
esse qve apenas tv so tv
poderias algvm dia voltara lembrar
e levarasim brotando desse tev peitoasim e tanto
assime mais!
e nessaah! nascente qve brota e jorra e flvidesdeo oriente
qvevenhas aver denovoo sev cév assim corado
ah!
pintorqve pintas ah! mvsa ve bem prantas!
ah momentoqve sem exvsas nem reclvsas nem janelas ilvminas ambas
as telasas divadgadas palavras nvncaditas
sempre a florir e f«lorescendo sempre a svrgir
sem se depôr
e ao se depositarem ao se de novo estarem ao se de novo deixaremaopoisar
asim sem deixarem ao se renovarem hinos preteridos pintados
hinos esqvecidos olvidos dados floresde vida ao se desvanecer e crescendo e crescidas as avgoas a sim entretecidas em pincéis qvais os véis qvais haveres qvais seresentre tesões e tesovros doirados entr'os besovros jamais sonhados qve bem chamassem a cvidar ecvidassem dessse sere s«do sev bem e star
assim a fixada nessa oite brada!
e ao serbrand a atela sem se d eter e se têla apenas
ao poisar aplvma dessa serqvepincela
assim sem ver osonhoao se transformar em chama em reclvsa sem comportaaosaber transcender ese transformar
em obra qvase inclvsa
a capela
a cantar
ah! doce brado
ah sino sem eira nem beira nem prado nem pasatgem nem pradaria apenas aonde o fio dessa iagoa nascida assimaondeo fio devivera«inda se stendeai aonde o pincel desse brioso corcel de honraasim sendo em onda a simao de leve se e sconde volte a poisar enesse qve dando-se
a volta ora de frente ora de repente ao se pensar
qve sem pontadas em se pontvar apenas consagrado com os eva grado asim ses aber revivere vistasa sim entrias crestas e cavas entria mais latas - entre vistas asim visões sonhos e vocações entreteticos viventes jamai poentes semprea se eelvar qvais a lvoradas finas e bem prezadasa sim qvais nassaias mais rodadas asim bem rosas poraescvras ora sedosas nessas h«gemas e nas svas camadas airosas alvas as palmas elevadas as rodasse mvdamasim nem se imvtam as dançasnas trevas ilvminadas pelaslvzq vesendo non s «diz nada
e qve sempresempre em olhares qvese aproximam assim se doam e se bem estejam mais bem se entreteçam e mais bem seadvinham se adviessem dessse o sev o frvir e desss o sev frvto e sses alvo algo
mais alto qvais saltos e ecos de socas a bem se elevarem qvais os mais simples
abraços tmbrado sapelosdos eirados florestasdefantad«siar
qvais sinos e brados qvebrados.... qvando estandoainda sem se transfrmar triagvlos livrese vma simples
pega
em mão
e de mão em mão ao saber serovvir e se triangvlar no centro parece qve preceq veaparece qval redoma a perfeita sombra qvese desvab«necessse qvando a roda do virar daesvinaa sim bem oferece
vm sibilo vm eco vivo tão e tão antigo qval o cvidar desse non soçobrar desse em não se agventar e assegvrada a mãomaislesta amao mais amada amºao mais fin aora amais apvrada em perfvmes dessa sva ibfância enssa qve asim se permitisse doar asim qval a maior ânsia sem agravo nemapelo asim sem sê-lo e em segredo
qvando oh doirada ah trasparencia pasar nessa brisa doirada desse erdo dessa fiada de palavras em ecos de passaads doadas aose aprender a se reergver nesserio flvid
qve jamais se veja e se conceba asim sevê ao segvir e assimmais se abe ao se assvmirem os passos apaz dessesonho qve nas mais simples altivas paredes qval eco de brisae de ser risonho qval sombra definal de ovtonal festa a pronvncia greste! qve se bem ofertavaqval se oferecia ventoqve non lonjania qve fvmes qve lvmesqve nos doassem e nos cvidassem e nos- inalassem a medida
qve se entretecessemem nós aoser nobre qve sendo qval - opobre ao se reergver asim desse prado desse em flor e em floresta e em ser cvidado
o cantar desse em dó de peto sem o conhecer eem reconhecimentosem seqver bems aber e emrodarde novoao arao ventoo lvme d aterra a qvencer ora acrescer sem ter sido acresd«cida assimq avl o reviver qval o bem e star asim em redor dessa dorada prateada chama qve na manhazianha bem nos preendia e nos svrprendia qvando se nos agarrava em doces cantorias e litanias qvais as andorinhas depois do estiosim bem sabes se nonas advinhas
qvais as avgoainhas no final apagassemo brio... desse em sebe dessa a sva sede dessa sededesse beme star d essem as m ao provir o frvto maisimples qval o apegar sem apego
no ar asim cantar oledo qve es eeleva e sabe bem poisar
nessas brvmas prenhes de vida ovtonais fragas e doces colinas
bem e rgvidas
qve se poisam em plvmas e vidas ao se saber bem ergver e nessesentrecosto e
se estarem de costas asim permenecem e pairamali aonde ofogo depostoainda ardea em vme vivo para qvem asim sovber vir ever e vivendo a sim de novo se ergvendo d enovo assim ao saber bem passarestivas festivais e comitivas aism desde as colinas e nas cimas a sim sabem ver asim poisam asim pairam as avgoas sem cor e as das svas cores - as castanhas a sim estando as e elevar e nessas mãos q ve abras e se abrindo ao estalare qvandoa sim bem estranhas asim e bem mais e vogam e vagam odores qve se declaram qvais os alimentos mais bem atentos sem seqver nos saber agora - lembrar
e nesses lvgares nessas altas vetas cristalinas linhas secretasainda assvstêm
as folhas!
enessas lindas qve sonhas
essas ainda em branco a espera do sol nascer ora ainda doradas s empre de caso em caso s emsesaberainda casar eenesse sev encontro qvev«bem dessse estar pronto para asim se deixar - viver e nesse ser a poisar nesse e star sendo livre e nesse estar e se deixar levar sendo o qveem se entrelaça e qvemais tarde ov cedo se e sgrime
oh lin gvagem desse doce entardecer e
oh coragem sem cor ao renascer
oh paisagem desse ser ensonado
em labaredas dessas donzelas qve sendo preendidas jamaissvrpresas jazem s vspendidas entrias calendas...
e nessas avgoas de moiras desfarçadas
e nesses hinos das avgoas maisbem regradas
e nessas palavras sempre ohapalavradas lavras qve bem estejam a ser a svmir ao crescerem arcossendo levadas pelas mãos elevadas e pelos apelos desse sev ovtro qverer
ir evogar e sendo asim perfilam e sendo sim bem se anima e sendo asim qval encendeiam e sesobem também a haste e a sva teia em colvnas de svavidade a sims endo livres e plenas se exprimem apenas qvais nas plvmas dessa sva lonjevidade...
Mensagens populares
-
Esta noite vou ficar assim Prisioneira desse olhar De mel pousado em mim Vou chamar a música Pôr à prova a minha voz Numa trova só ...
-
segvir pelo mvndo nesse jorrar de fonte qve em vias e qve bem a prenvncias desse mododessaa forma de amor e de amar com ov sem "oh...
-
Uma fagulha de si mesma senhora uma borbulha por entr'a chuva que o tempo mais de core assim quais fulgentes... esses os ...
-
um sonho numdiade verão qve se estende invero afora até encontrar a sva coesão qvandoa geneos meios e n+os formosqval nenhum qval ...
-
n v m @ ' f o r ç @ q v e r e n @ ' s c e e q v e s e n t re g a ...
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
C@N T @ R O F @ d O en on pa r a r d e o S@ b e R c @n t@r e cantar a b e m e n on o p @ r @ r d e o b e m d I z e r s e m m a l s e m v a l s e m l a g o a e s e m m á g o a o f a d o d a v Id a e m s a b e r r oda r e s e n d a a I a s a s v m I d a s e m s e s a b e r s e a p a r a r
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário