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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

C@N T @ R O F @ d O en on pa r a r d e o S@ b e R c @n t@r e cantar a b e m e n on o p @ r @ r d e o b e m d I z e r s e m m a l s e m v a l s e m l a g o a e s e m m á g o a o f a d o d a v Id a e m s a b e r r oda r e s e n d a a I a s a s v m I d a s e m s e s a b e r s e a p a r a r

Nesses lvgares aonde ainda ondeeie
a força  da vidae daverdade e se ppreze
qvando aindaondvlando
no ar e naiaogoa e nesse sev doce pranto
ao renasceres
e crescerem
e na avrora permaneceres
e nesse doiradoprado assim
e em cima embevecido
e nesse catar rodado
dessas saias
e dessascimeiras e eiras e dos montes
assim sendo tingidos
de verde
de esperança
dessaforça
qval no renascer
e crescer
de criança

 e nessasilhas qve assim sendo
flvtvam qvais nas milhas
marírimas qve nascostas
ainda se notam
e nassvasmargens essasqve também a devinhas
assim perennes
e sendo
assim qval bem retendes
assim advêm e mais serão
de vrão
qvais a sminhas
qvaisas tvas qvais as savdosas
palavras prendadas
qvaisas lacrimosas
tãobelas!
qvais as mais fermosas  formadas palavras
qvais em sê-los
qvaisentretecê-las
qvais nesses lemes enessas velas enesses lemas qve  bem lemos
nessas svas  nossas vossas  estórias
e nessesseres romanceados
nesses sevs  escvdos
qvais brados! qvai vítores!
qvais as vitórias!
qvais as lonjanias maispavradas
e qvaisos sevs  sinais e  as svasglórias!
e nessespoemas mais inconclvsos
e nesses sev tems enesses sevs lemas e mvndos!
sepre estando! a saber sonhar
enessesoceanos
profvndos! apelos por bem ser
apelo ao sevem  doar
em à barca! qveainda ardente
qvesendo  cedo se  sorris se reacende

e qvais os apalavrados e palavreados qve também se conadvnam
e nas dvnas
qve bem cedo  permanecem
ancoradas svasestórias bem
ornadas
dessess evs regalos
desses sevs eirados
desses tremores
e tremvras entrias trem«voadas
e nas trovas
e noshinos enessas svas vidas
passadas...
jamas a nascer
e crescem nessas estórias fogos elvmes desses faros
dessasmasidemil estórias
qvando assim ao cimo em tristeceram
em três permenecem e nessas estrelas hinos
algvs
fiosassim em sonhos
assim re-ergveram

e nesssassvas s vaves palavras
svaves tons svavidades
nos ares ao  cintilar
sem o ter
ao se sentir
sem bem se a perceber
e sendplidas e  asim bem dov«bradas
as maissimples alvas
as masi doces e craras
assim qvais as mais bem abençoadas
qve se levam ebem se prezam e non pesam nem sopesam asim  mais nada
e ao ser
ao se deixar entrar nas vagas!
nessas  bágoas dese  saber levar e nessesol e nesse sal
a sararemqvais os  inspirados pprados dessas pradarias
qve s endas!
tãoprofanas
qvais as svas fvdamentais
cristas e  cavas!
qve assim ebem entoadas
assim embevecem e nos enebriam e nos rios e nas rias
parecem qve precem e crescem
e non  valem nada são doadas
são toadas dadas1
ao som do lvmee sedessefogoao cév sentido e sem abrigoo sev ser confirme confirmezaa sim se  esgrimeoh palavra qve silencio
ohpalavra qval  fiel abrigo
oh palavra qval do ce por
to
e mar
e  qval pontvaçºao svbli
nhasse
e nessas linhas  cedo  se entre la çasse
e nesse lançaqval foste a  encontarr
oh barqvinha no rio a baça a cabeça assima  acabar
es
e sempre  menos dessem
desses qve ainda seenaltecem desse lângvido svster
 svstentar qval no fio
desse cvme
qval no lvme  qve qvema efrio
qve se elva
nese  campo
sem trigo se serem
joio
sem terem mais qve prendar nem qve  preender nem qve apreenderem
jogos qve non oiça qve nonmoio
e nesses rodados  assim a saber ovir e nesses cantos e nessescantares
e nessess evs  pares parecidos qvais senhoras qvais  svas boas
avgoasao ser ao sairem ao se descobriem empleno dia ao alvorecer
e crescendas
e
acrescidas
nesses
cântaros
sevs
antigos
dias!...




Nvm ornamento - sev doce svster e nvm momento  e mais alémdo s er
e nesseser ao vento qval ev fvdamento assim e na cima ainda
 a avmentar
e nesse tefgvmento tecidoao vento hvmanidade ao sev nessa óvala
oblonga
nessa sva trina qve tomba
e nessa a chmar a sim  qval em redoma  assim qval ser sem  dona e sem ter dono
renasce do ar
e  cresce e seexpande
e non cessa e nem cesse desse ser
doirado1
oh chvva da qve bem falo
e nesse algo alvo
qve a simq val  bem viste renascer em negro e em cisne
em si mesma asim se transforasse
de novo qval  em lendasqval galenas
qvais galés
qvais igvais tv as vejas lágimas e realejos
asim  hvamanas ebem ligar assimprofanas asim bem  contar
e nessseentrar asim ningvem encontre e  em  gondar em gôndolas
dess pratear
desse pranto assim se
ja
desdea  fonte ah! fronte! qve bem sonhase sendo  dessebijar dese beijo em si mesmo
reconhecido sem abrigar sem se abrigar e sendo  emsi  asim senda e vereda renasce
o dia renasce  entria  treva desse lvsco o fvsco dessse ovtono dessea contar
qvando desses ares de minhos dessem em agosto parabem se casar



e qvando trovas e trevas
bem acalentas e bem venhas  aovvir e  ver e asvmir
e nessa sva invernias tenhas atendas as lendas qve p'recem qve se  somem
ora se assvmem qvais fvmos nesse ovtono qvaisnovasfolhas de ovo ao ar ao ser es vbir qvais a svejas ao longe
as janelas!
as brancas e belas... assm pintadas qvais aqvarelas
no cev nesses sevs a olhar nessess evsolhares
qvando  também os pintares
assim sendo a saber  desposar e ntretecidoshvamnos e briosos  tempos ocntados qvando ostempos me  derredor dopvme  da vida em  círcvlos pare
cem tersido  asim  lembrados nessesqve de panos agora povco bem entendam enessas tendas qve sereacendiam
e nesses tecidos -  tantos - alvos
tantosao rvbro entretecidas vias qvais as vendas
e vandagens e gentescores sem cor«agem sem  corar estendidas  em verde desdeacima e desde  campo a saber levar ao vento sem ningvém seqver
ainda se qver lembrar de as tocar e nesas notas noites todas nessas svas molhadas palavras  entretecidas entr'as avgoas ainda se saem e se bem sobejassem e bem se  sovbessem em beijos qve  jamais se esqvencem  e sendo entretecidas
nestes nossosvossos
nos sons
dos novos dias!... sem  se pontvar... e sendolidas apaarecessem  sendo apar a sim se  enriqvecessem e  rijas altase dignas as paredes mais hvmildes
sovbessem assim saberestar
qvais  fogos desse doce  lvgar desse e co  em secreto dialecto
esse qve apenas tv so tv
poderias algvm dia voltara lembrar
e levarasim brotando desse tev peitoasim  e  tanto
assime mais!
e nessaah! nascente qve brota e jorra e flvidesdeo oriente
qvevenhas aver denovoo sev  cév assim corado
ah!
pintorqve pintas ah! mvsa ve bem prantas!
ah momentoqve  sem exvsas nem reclvsas nem  janelas ilvminas ambas
as telasas divadgadas palavras nvncaditas
sempre a florir e  f«lorescendo  sempre a svrgir
sem se depôr
e ao se depositarem ao se  de novo estarem ao se de novo deixaremaopoisar
asim sem  deixarem ao se  renovarem hinos preteridos pintados
hinos esqvecidos olvidos dados floresde vida ao se desvanecer e crescendo e crescidas as avgoas a sim entretecidas em pincéis qvais os véis qvais haveres qvais  seresentre tesões e  tesovros doirados entr'os besovros jamais  sonhados qve bem  chamassem a cvidar ecvidassem dessse sere s«do  sev  bem e star
assim a fixada nessa oite  brada!
e ao serbrand a atela sem se d eter e se têla apenas
ao poisar aplvma dessa serqvepincela
 assim sem ver osonhoao se transformar em chama  em  reclvsa sem comportaaosaber transcender ese transformar
em obra qvase inclvsa
a capela
a cantar
ah! doce brado
ah sino sem  eira nem beira nem prado nem pasatgem nem pradaria apenas aonde o fio dessa iagoa nascida assimaondeo fio devivera«inda se stendeai aonde o pincel desse brioso corcel de honraasim sendo  em onda a simao de leve se e sconde volte a poisar enesse qve  dando-se
a volta ora de frente ora de repente ao se pensar
qve sem pontadas em  se pontvar apenas consagrado com os eva grado asim ses aber  revivere vistasa sim entrias crestas e cavas entria mais latas  - entre vistas asim  visões sonhos e vocações entreteticos viventes jamai poentes semprea se eelvar qvais a lvoradas finas e  bem prezadasa sim qvais  nassaias mais rodadas asim bem  rosas poraescvras ora sedosas nessas h«gemas e nas svas camadas  airosas alvas  as palmas elevadas as  rodasse mvdamasim  nem se imvtam as dançasnas trevas ilvminadas pelaslvzq vesendo non s «diz  nada
e qve sempresempre  em olhares qvese aproximam  assim se doam e se bem  estejam mais bem se entreteçam e mais bem seadvinham se adviessem dessse o sev o frvir e desss o sev  frvto e sses alvo algo
mais alto qvais saltos e  ecos de socas a  bem se elevarem qvais os  mais simples
abraços tmbrado sapelosdos eirados florestasdefantad«siar
qvais sinos e brados qvebrados.... qvando estandoainda sem se transfrmar  triagvlos livrese  vma simples
pega
em mão
e de mão em mão ao saber serovvir e se triangvlar no centro parece  qve preceq veaparece qval  redoma a perfeita sombra qvese desvab«necessse qvando a  roda do virar daesvinaa sim bem oferece
vm sibilo vm eco vivo tão e tão antigo qval o cvidar desse non soçobrar desse em não se  agventar e assegvrada a mãomaislesta amao mais amada amºao mais  fin aora amais apvrada em perfvmes dessa sva ibfância enssa qve  asim se  permitisse doar asim  qval a maior ânsia sem agravo nemapelo asim sem sê-lo e em segredo
qvando  oh doirada ah trasparencia pasar nessa brisa doirada desse erdo dessa fiada de palavras em ecos de passaads doadas aose aprender a se reergver nesserio flvid
qve  jamais se veja e  se  conceba asim  sevê ao segvir e assimmais se  abe ao se assvmirem os passos apaz dessesonho qve nas  mais simples altivas paredes  qval eco de brisae de  ser risonho qval sombra definal de ovtonal  festa a pronvncia greste! qve se bem ofertavaqval se oferecia  ventoqve  non lonjania qve  fvmes  qve lvmesqve nos   doassem e nos  cvidassem e nos-  inalassem a medida
qve se entretecessemem nós aoser  nobre qve  sendo qval - opobre  ao se  reergver asim  desse  prado desse em flor e em floresta e em ser cvidado
o cantar desse em dó de peto sem o conhecer eem reconhecimentosem seqver bems aber e emrodarde novoao arao ventoo lvme d aterra a qvencer ora acrescer  sem ter sido acresd«cida assimq avl o  reviver  qval o bem e star asim em redor  dessa dorada prateada chama qve na manhazianha bem nos preendia e nos svrprendia qvando se nos agarrava em doces cantorias e litanias  qvais as andorinhas  depois do estiosim bem sabes se nonas advinhas
qvais as avgoainhas no final apagassemo brio... desse em sebe dessa a sva  sede  dessa sededesse beme star d essem as m  ao provir o frvto maisimples qval  o apegar sem apego
no ar asim cantar oledo qve es eeleva e sabe bem poisar
nessas brvmas prenhes de vida ovtonais fragas e doces colinas
bem e rgvidas
qve se poisam em plvmas e vidas ao se saber bem  ergver e nessesentrecosto e
se  estarem de costas asim permenecem e pairamali aonde ofogo depostoainda ardea em vme vivo para qvem asim sovber vir  ever e vivendo a sim de novo  se  ergvendo d enovo assim ao saber bem passarestivas festivais e comitivas aism desde as colinas  e nas  cimas a sim  sabem  ver  asim poisam asim pairam as avgoas  sem cor e as  das svas cores - as  castanhas a sim estando as e elevar e nessas mãos q ve abras e  se abrindo ao  estalare qvandoa sim bem estranhas  asim e  bem mais  e  vogam e vagam  odores qve se declaram qvais os alimentos mais bem atentos sem seqver nos saber  agora - lembrar

e nesses  lvgares nessas altas vetas cristalinas linhas secretasainda assvstêm
as folhas!
enessas lindas  qve sonhas
essas ainda em branco a  espera do sol nascer  ora ainda doradas s empre  de caso em caso s emsesaberainda  casar eenesse  sev encontro qvev«bem dessse estar pronto para asim se deixar - viver e  nesse ser a poisar nesse e star sendo livre  e nesse estar e se deixar levar sendo  o  qveem se  entrelaça e qvemais tarde ov  cedo se e sgrime
oh lin gvagem desse doce entardecer e
oh coragem sem cor ao renascer
oh paisagem desse ser ensonado
em  labaredas dessas donzelas qve sendo preendidas jamaissvrpresas  jazem s vspendidas entrias calendas...

e nessas avgoas de moiras desfarçadas
e nesses hinos das avgoas maisbem regradas
e nessas palavras sempre ohapalavradas lavras qve bem estejam a ser a svmir ao crescerem arcossendo levadas pelas mãos elevadas e pelos apelos desse sev ovtro qverer
ir evogar e sendo asim  perfilam e sendo sim  bem se anima e sendo  asim qval  encendeiam e sesobem também a haste e a sva teia em colvnas de svavidade a sims endo livres e plenas se exprimem apenas qvais nas plvmas dessa sva lonjevidade...

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