vma prosa e vma noite
desse svave
resplendor
e
vma
avgoa
qval
nv
m @
vma
ave
t
rans
formada
em som de vida
asas
de
amar
sons
desde
@
eternidade
qve
tvdo
e
nada
sabem
as
sim
se
r
e v e r s e
r
é o s e v
s e
p
r
e n
d
@
r
em
svspir@
amad@
e
amando
assim
condescendente
descende ao ninho
mais intimo e ali sendo
se reacende
e
nesse
vm
coro
@
s a b e r v n
I
r
a o
s e
sa b e r em
b
em
e
t
am b ém
sa b er
s e
o
v
v I r
@
ES S AS
m
I l
e
vma
f
o
l
h
as
as as
de s se
@
saber
por vir
e
ainda por saber se virar
qvandolidas em forma integram e se ledas assvas palavras almejadas as mais altas crestas oras cavas
assim sendo transformadas em poemas de vida poesias enlaçadas por entrios nossos paços íntimos internos interior
por entre os abraços desempre sendoa sim por sempre os melhores dos melhores
abraços
dad@s
palavras
de
sonhos
ainda por contar
(se saber cont@r)
ainda sabem ser se ao se ilvminar
em si mesmas qvais vagas que vogam qvais palavras qve nel@ mor@m
qvais mil e vm versos dessas estórias por ainda se saber e encontrar
em si mesmas peqvenin@s sementes das próprias vidas vais grandes e briosas árvores qve digam as rosas os sevs vales esses montes que bem desej@m
despejam sobre elas tantas tantas lágrim@s dedesde esses sevs cévs
assim
incomensuráveis
qvais os regatos e ribeiros tevs
igvais afins aos olhares
mevs
qve
de
sedes sedes fazem
vales sombrias fragvas horas sem mágoas apenasassim janelas viradas
assim orientadas
a o
P O R
V I R
...
ao
ventre ao ver-se ao ver-te por dentro
desde
@
dentro
de
sí
mesm@
sorrir
e
ri
e
sorri
assim
perfazendo
@ssim
jazente
assim
'nd@'
en
cer
r
@
d
@
e
m
s Í
esperando
qval
n'
vm
@m@nh@
@
es se
O
vmanhecer
v m
s I n a l
sempre igval diferente e bem - não mais defindo - formal transcendid@ por bem ser
-
es
de
VI da VI
VI
D@
!
desde
esse
antes
de
o
ser
desde a memória desta nossa doce estória até ao mais ínfimo do mais profundo qve ainda jaz em vós - essa -
viva
voz
qve
se
desprende
q
ve
vaI e vog
a
e
se
anvncia
gente qve sva fonte ensina e repovsa
ali e aonde
ainda
menos
se ovs@
olhar
ver
e
sentir
@ssim e t@mbém
és
Vid@ @o p@ssar
es
e
e v s o
v
V
I
D A
A @ T
E V E
R
E
ASSIM
AO
T
E V
ER
nesse
mev
nosso
a
vóz
desse
nosso
olhar
@
!
se
trans
lvzir
lvsIdia
p
or
en
t
r'a
s
e s
t
r
ela
s
e os
montes
d
es se
n
os so
b
rio em
vid@
O
t
e
S A B E R
~ OL H @ R~
D
E S D E
o
e n
t
ardecer
até ao mais doce lvgar
ao
DI@V@R
es
a
t
é
chegar
@
esse o mais
ínfimo gesto
@
es se
j
eI to
o
m
aIs
sv a ve
p
en
d
or
esse
qve
sedes
preende
qvando
se reanima
n
es sa
s
v a
ve
r
d a d
e
I
r
@
face
em
flor
***
qve se escondem por ali e aonde nada se vê e se abrem qvais as mais belas lagoas alia o de cima qvais tv bem vejas qvais tv vem - anseias e mais bem levas
ensejos de vida em si mesma renascida em si mesmos renascidos qvando esses olhares pares se fazem rios e se fazem mares...
desse verão
assim
aprimavar
lembrad@
e qval plvm@...
qve e voa...
e se descreva
assim apalavra...
assim sendo se transliter@...
assim esse mor
por pela a noite
vêl@...
vera e lvsidia
e assimem clave de maior amor e mel
ancoli@ - fado destino a se ser aberto...
o coração sempre novo e livre e o sev sinal
o destino o sino que soa @ssim ter sido... desperto...
palavra avdaz assim sempre sendo livre
a livre vereda e verdade... assim bem mais
sendo assim se... compraz...e com placidez assim vela se esgrime
@! palavra qve vê e @i avive @ voz
e de voz assim por dentro sendo liberta a sim sendo a palavra certa libertada a flor mais lusidia mesmo na noite é assim sendo bem amada... segve sendo segve a senda segve a a paisagem qve bem menos "atendas"...
e reanime essa promessa essa profvnda onda resgvardada essa seiva ainda a ser salva essa tal lusidia força sem forma que pronuncie apalavra de alvor...
um@ flor
de vida em branco qval
bem se esv@i
@s
sim qval gvme qval lvmen desse fio . o brio que se reflecte e ficaa sim reflectido em duas faces mais non de parte apenas qvando sendo una a sim send@ - assim revnido...
valh@ mizade e Vm@ letra perdida de esper... des perança... e verdade
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