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segunda-feira, 16 de maio de 2016

DOS PEQENOS EROS AINDA SE TRATAM desde qvea spiche alvmio desde cedo abravata e desde esses de filial posança de fraternal herdança ind abem cedo asim sedelatam


Vm@
PONTE

desde mais tenra idade s endo  de  sedas  primorosas sedas que  de brio sendo  quais  aves ao vento  quais papagaios doirados que levam cartas e a sim s oame ressoam por entrias brisas desse  tempo smai bem amados nos que   tv eeu  fomos nos que iand a asomos e bem sonhamos e quando desdea dentro essaa ve   sem  hora asim se ndo se namore e bem mais desded entro tarnsforme asim ora ao ser  assim sendo  se transformasse em  ti e em mim trespsando desse opassado tanto e tanto aind apor vir a chegar a descobrir-se   tu e e u  fossemos de novo qual neinguém quam um ser  que apela assim ao ser alguém ainda pormo«essas desdeo devir e ainda sonhos ledos cantare plenos  reai«lidades hão de poder advir... em si mesmas  lestas  aim«nda que depois -  sendo prestes assim desde omais cedo  o serque mais detenha o TEMPO de qual idade desa terna  saoidade ora sauda a saudade asim sabe  dizer mundos e   profundo sonhos quais  ros  de bem estar quais promessas d emais    chegar alie aonde ao centro desse  arco
de facto dess aponte  aonde ainda  ha de s aber ondear a bandeira menos falada mais bem dita e  asims empre recondita a sua   sina o sev  ninho a sua cor  em flor d emaores eem faces  rubras  desnudadas em  lagriams dealecrim dessas a alegrias desas romarias  prendadas e desses ares  deses ares aind apo bem   ouvir quando desde omais alto sem s obressalto s abem saltar e sorrir e sem se deixar  de carpir apenas ao nada que a  augoa spor aonde inda passam  i«ondeiam e cantarolar sabem  e as m ais  duras rochas desse passo  dado desde o passado asim bem trazer ao  de cima qual uma mina de sonhos olvidados que eram desde sempre quais imagens frageis mensagens   a  esperarem serem   assim -   trazido«as honradas e d e novo vividas nessas  suas outras miradas  tã s uave stºao frageia sind a a sim coemxzinhas   asim  ainda  sozinhas at+e bem se entretecerem as pontes hebras de vida essas que be, se perfiavam s«que se  confiavam que se  entreteciam em s«fusos s em tempo  em seres a sim sendo atentos  asim uns e outros a  saberem bem estar ali e aind ao amor  be te possa dizer

ar  de redondelas de redomas masi belas de  arredondar os linhos osfiosmais finos os cabelos d esse doce lugar ao mara maresia  ao  luzira sim abeleza em s ua plena  certeza em pleno dia p«o veres passar RIOS E RIOS DE  SERES BELOS MAOS EM H'JARRA pronetria a na  desse ser encasr«telado desse pranto novo e   de novo celeg'brado dessa aponte bem  iluminada d eFIOGOS DE VIDA E S ABER VIVER desser ser traducional que    bem guarda o  roiginal nesse lugar aondenunca  se foi nem s e ha de saber chegara  sser a sim s endo  agonias de vem ver d enovo erguer asim rubras a sletras vivas que luzidias nondeixam de passare sse  rio de brio esa apone e stival e quando asime   festas t'se estimam e s e elevam rapz! rapariga s e vejam sem se deixarem ver que   descobertars  ora s abertas dde doirados planos de panos bem  asm sendo apenas quando terminam se elevam outros que s elevantem desse ser s entido desse a sseneto unido desses  a entos firmes de pedras   rubras ora alvas desseslugares que mundo sintegros interos  assim  salvos a sim  seiva desss iagoa dessaiarvore que mil e uma core e mais de mla ores ao peito bem esgrimir e brincar ebrincos dessasnossa s RAINHAS soberama sim ao tinirem a sm bem sabem levar VITORES E VITÓRIAS em  saberem ouvirem ao  ireme asim bems abem regresar ao lugar esse doce lar e sse doce lume edessas que sendo de  vermelho IGNEO SEA SSSUMEMe de   violetaa sime tambémem qualquer lugar se encontravame os cavaleiros mais   altos os carvalhos mais  vastos os sobrios e a sua sobriedade  farterna sabiam bem dizer que  sobravam as cores e as tiças pizarras  d  escuro bem certas desses sobreiros que asim de  rol em pael  souberam entrelaçar na certa nesta linha aponte aonde iand a se h+a sd saber reconhecer qual a ultima qu sendo no silencio seja a zinheo«ira se ja senda  veraddeira seja oliverira senda a sim tºao  fina
entrio silencio o r io da vida  nasce por dentro e  assim sendo anuncia  uma ve que poisa e uma arcore d eponteapontaa sism sendo livre  asim sendo -  em derredor e nocoração  asim umolhar  sedesdissee as augoas desse rio passam por entrio  arco mais vivo  ora porfundo o  rio   a sim conta e  bem encontrar  ao  sev  o cantar o  mundo novo que por ventura sevaja  nesesev primeiro olhar
qval  lugar  cego lume d enovo leve eassim -  sendo lido
entre o  ser  aascer e o que vem  veja   o  nascido asim sendo espelhadoque bm venha s er aapssar eos er que venha  desde o passo ddo  uma ponte um centro fronte defronte e umolhar d encatra cantico ledo e uma oral  em derredor que bempaira e bem se diz  q ue fala e  voga e se enamorase lá j+a e smorece   asim entarecer  ser a arefecee outra  chamada a sim  qval lua pálida  vem de novo segvir e entre um olhare outro nesse lume s em   âmago nesse olhar q ue se defaz  «nesse pranto sem partir asim de parte ao porc«vir a sim dando oq ue vem seja ora oq ue ainda ha de s er e s er a sim
sem seovvir
sem se saber reconhecer apenasuma faceem facedescrita um sonho pro entria desdita euma promessa chamarada  de novo ardente e  asimsimple susavidade qual uma  brisa
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 e conforça bem por nos clama e sendo viva e viva sempre sendoa sim bem trab«nscendo pora  por  fora ora por mar a detro orapela tera integra e inteira ora pelo maisprofundodos er  sendo  gente que asim se reacende qual labareda qual viva a clama e quandoaos er de vida em  s er HVMANA a forma assim bem também dizer que desfazquais lagos e lagoasquais ceras e  serenidaesa sim bem se apaga a ta - construida oftlaeza casteos de bretemas e brumas espessas para bem dizer 
praçasd egente amadurecidaa rmadurasasimaos  ceús e uma estátua  estátua d enovo em brio evida sim uam  so  força um ser  non se conforma e  um serterdeser forçado e une s emterd e ser sempre
ladoalado seres   ainda  se sabem ao  s er dançado ao se  terem d adoa sim des er   desse s er sem  ser de anio leveasim bem  se elevam e pairam e   animos e brio novos a sism a o renascere de novo asim ao sportos mais antigos e aos mais tigos brios d enovobem chegam e mais bem se e abaem reconhecer s em   ser nas  faceasnem  an aplavvra nem no gesto nem  no q ue digam   a spalavras empeito gravadas as pelicula smais  find«as por obra das mentes  inventadas apenas quando acancela  desse tal cerbero de tres trinas somadasapenasumaasim ao ser severo a sim puliplas de  bom reitor e o tal que bem une  entreuma que  sendo qual sino  e fadar o brio em si mesma grita por entrias a ugoas condor a sim  bem renascido que abre espaços ali e aonde nem   o f rio soube desdizer eao  centri«o uma  campanula  denovoa re vivente entre as duas cidadaes que nem se sabiam  nem se   poderia ver entre si mesma cruzadas apenas nesse amago nesse mais fina palavra quais as flhas dessas  folhas ainda  em branco por se rem aind abraçadas pela palavra  menos so
pesada esaaue aind apossas tu entrever e a selos a sela mais turgida aa ugoa a sum bems ndo a superficie   assim  retém um peso s ublime de mil um anos a sim ua pa,ada  asim sabe  ee novo ecoar e bem   e  quando asis endo lida essa ta linha d ebrio sabe d e novo OH PILAR  OH  SINA OH FARO OH  FAROL QUE SENDO    ASIM   ALUMEADO ILUMINADO JAAIS PARE DE  ASIM  aver e avisar das costas e  ros«chas ques ejam gretas para  asim deixar de o s er e asim mais ao cimo  ani«uncia quala espada de um  novo  dia ao s e de por a sim  dupa aprimeira lind a e s  ublime a s egund aapenas por bem ser d eaor a  e sper sendo a  esperara sim  um feixe d eluz maior entria e sfera s e bem sabe  deixar  prologar e tocao  de cima lá ae lai e aonde nons e s abe ec'ncontrar aonde stejas ali e aonde s ejas asim bem  saberas a sim bem contra-la
sem ter de  ser a a char e menos s aberás tu timbrá-la pois lá ela y«te ha de saber  reencontrar  qual dia apaixão  asim compaixãoa desdita e essa ave  que bem sobe se assume
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VMA
tal
colvna
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qve
sendo livres
e
vivas

por
entr'as ondas
cristlinas palavras o brillo mais breve sendo consomem e quando asim os er em derredor  asim se salva a sim sendoalva a rosa mais non esmorece a sua palida faceem leitodeprata e cristal e os er  qve area nime  qve vema veija-se desde cedo
assim
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qvalo cantar ledo
dessa avgoa doirada

qve de leda apalavra assim bem acolher e dvas forças em ovala assim veio descrever e aterceira sendo  em illeon assim resgvardada conta lenda qve trina e vna asim sendo consagrada a iaogoa desse doce aanhecer s endo esdessa força dess aporta sem abri qve penas abre pro dentro e desse brio de cantaro cantaro amigo desse  assm   ser ao vento - cedo sesdes vanecido  esqvend«cidoos ev doces egredo segreda ainda vivo ali e aonde  se descreva e aonde livre e solt@ ave essa ade saber poisar ali eaonde amasialta torre ainda bem sendo  gvia e sendo alta e nobre apenas no po hvmilde sedesfazempleno dia rb«ubro ao ser refelctido em  face p´lida e  entriasavgoas aosaberem  honrar eentrias verdes  mais finas agvlhas essas dos  espinhos dospinhos destas terrasnossas vossas e non svias..
desseamor a sim sendo a s eda  reescrita edsses  laivos  as imd essa dita ora desdita apenasqvando menos oçam as crianças non sendo u«vsadas pelos abrigos mais gastos para novas EMPREITADAS asim so qvandoo qvem vem s e edeixov emaplidescer a sim qval um fogo em ombroamigo asim atrevesdos vevs  debrio e d eled cantar asim qvalledae ra alva e desde  briodo  cevsedeixov bem levar  asim  trinam tres ovalas entrelaçadas castor polux e algo de helllenas em timbre sobre ortas nvnca a vencer apenas levadas por ovtro qve de illeon asim sovbe bem  estar ed esde  circe a sim  bem  dita qve lhe  disse a desditae desde  a qve vem esperava essaqve  saer tecer t«entreeciaa estoria  qve d epois bem  contava e de   estar a distancia desse tal o ser ao sev tel es per ar @s sim nvm fino fioadistancia sovbe ovviro canta o animo o brio o chamar desseovtro qvem vem era e assim sovbe . pro entvraa sim com be - aqvi etambém bem chegar qve desseodisseianingvem odisseo - apenas e  sendo  ningvem se anvnciandopassov e ficov ali e aonde o se o acolhev sev doce prantosvaa doce prata aprantejar e mvndo NOVO TERRA INTEIRA ORLAEPEROLA simrpiemira e desde  a mais antiga e mais breve luzidia  aperola a sim e também a sim qval ebanescente  flro prsente de um  rio s ovbe trazer .- e deixar plantas poisadas nessas areiasnvnca almejadas por entrios merlões qve non se encastearam alipoisov essa tal nave  essa talsvaeave qve desi mesma assimem fapos doces trapos breves laivos traços mais fib«nos sedes deixov aos seres breves e aos sevs  vnicos brios fios devida emparentada apenas e qvando perseverar persefoe  fosse ora assim a ser de veras a vereda ora  verde  sendo  de sedas perfvmadas qvndodesdevesper a hora vespertina cinco direcçoes se trasnformasse na rosácea da vida e desde as svas qvatro voltas de trono mal resgvardado  oitos perfeitos  vm ano prendado e  vme   o nada asim vnindo o ninho mais  vazio de novo pres sentindo e o  ser  qve bemse enamora asims endo  qve s abe   qve sobrio  ri e qve  bem sobe e chora quandoasim soube ver eovvir 
as qvatro sigr«las de  vm  so noe e non sovbe bem des cobrir qvantos rios  assim bem honrem...


filho sabe do sev ao  sev pai e desde o mais fino abrigo dessas pratas  a mar e ame  asim e tambémedo fino  mais fino leve laivo vivoesse que em se nomeia nem sa be asim ha desa ber  asim abrir e ver e viver... 
qvado nsas linhas docestrovas encontras asim o doce - luzido romance entre a terra a s ondas e o smais altos cevs aismentrias ondasqvais  asim sendo desde cedo  leda se deixov e se disseqve dor mecev

o qve se deixov entrias ilhas maigas essa orla branca que se desde cedo a ves  assim luzidia de novo  qval um certo  azul mais bem claro qvais a sluzes das ugoas o terem sido atrevesdo relapago bafejadovr«idroapassar e  assim qvalo testemunho vivo desse tal mel ancolia dess ta  savde em soidade e noite em diaa sim melros hão saber denovo trazer as cartas descritas entresasd esditas qve  apenas em papagaiosloiros de bicoprendado sovberame screver q ve oprimeiro plnatov o  qve pvtra alva sovbe de novo trazer em arcas de bem estar entrias  salvias   por entrias  maislatas argas por entrias amsi  profundas augoas que completam circuos e csculsode bem saber e desse saber sabem e de flor em mensagem asime também  qvesendo antigas e  ébrias e vida sovberam as trovas da fontes vivas asim bem  embeber e trazer em própria vid ali e aonde ainda as podiam de novo ver  FLORESCER...




assim be desde dentro ao ser  - mais altas assim bem se elevava e bem sendo a sim  bem entrias  sombras essas palavras vivas eas mais antigas veredas  aind apor bem serem  vistas entre vistas assim  mais  em si ancoradas  asim qvais vales e promontórios sendo servidas as ondas e as svas clavesondas  cavas permencendo  fechadas qvais as  sonrosadas faces dessa  sem ter igval e qvais as mais   doces  palavras non ditas qvais as formosas  costas prendadas e as  mais altas colunas se agitem se a gitam qvais vendavais e  agitavam  assim sendo apenas  uma lavra  em vida eum tema oa um poema  ora um musa apenas  vma bem se transluzia asim  lusidia  força e forma de bem  estar e bem cendo sem ter forma  qval um farol em alto mar  qval um lampejo um beih«jo desde o ceo  aism ao s eentregar  qval umpassado  um pássaro lado lado alado bem ser e sendo bem resvmir o clamor assim e xatado o rvmor baixo denso silente sempre sendo
e o sev  rvmo por smpre sendo agitado essa ave sem força que bem voa e tremvla cintila em ti  em mim  jaz sendo selene qval a ssim amor a marés amarias e sendo a sua palida face  vm reflexo desse ser de gêlo qve se perfez desse ser desde o ceo tev e mev qve  qvebrovo sondadas avgoas eentrias  ondas ainda bem e  faza sim transparecer anoite e claridade desse ovtro bem  qverer e desde o  rvbro fogo nobre desde o  escvro desse ser HVMILDE dessa terra  obre assim bem e se e nobrece e sal igval  e bem por mal  asim se transpare ce
e de novo soergvida vida em sas e asa em vida a avgoas as docesavgoas ressoam ali e aonde  recai o ser desde o cevo tec«volhar nesse olhar o mev assim se s abe ser a transparentar
qvando una essa força sendo
avgoas daterraque se elevaram se  bem sorvendo e sobem e bem sendo sedesvaneceram e  das negras sombrias forças  libertram alva e lusidia lostregos de bem anvnciar  asim em plena noite h«jazente se faz dia e desde o mar  ao pleno amor  rasgada ora e morre e esmorece essaa ave q ue bem se doa e  doar   assim tomba  doida e dessa augoa dess amagoa renasce qval sendo ainda eferida qve  aterra sendo  salgada pela força dese ser de amor desse mar em força desse s er igval assim qval vm rumor  clama entre tantos quando ecos  perfaz ecoando e quando ssimd e vale em sevaberto assim desse promont+orio sedes faz  o s ev d eserto e a luz dessedia  irado  asim se trasmvte e transforma nomais fino brado que  eco  teha esse  vaso   qvebrado  asim ressoa o bem qveainda bem seja e  o sensejoesse  fiel de balnça doada deser da terra ao nascera sima travessada por ess alança dos cevs olhares tevs e mevs olhares sendo prendados e aprendidos
non presos nem 
exprmidos
apenas expressos
entr'os brados
qvebrados


entrias
avgoas

desses
se r es
salgados
os
sevs
olhares


qve  bem   descreveram traços beves laivos prateados ali e aonde aindasendo  ondeando sem saber  desde a onde a ssim o briodo  frio reluz quando sendo transparentando esa luz integra toda e plena e essa força que bem renasce d aluz e traz a sua pena e pluma e abruma sim a doce  treva e s e coaduna ali e aonde bem se creva e  qvebra a sim em ser d enovo  dia  reuzindo  e  sendo tangido o sino maisbreve e sgvio ao  de leve asim qu«val um sopro de brio sendo  asim afastado deseda terra o som de cors pointadas a sim qval luzidia a lvora e  alvorada e qval o  ar  mais sobrio   sobe por entrio rio e d ebrio asim  AH NASCENTE sabe  nascerd enovo qval um berro e stridor  entredentes e  asim um trinar de amor um ser de vence ador  uma ave  a sim  se doa incandesscente e iumina ali aonde poisa e fica ali aonde ainda ha de sabere star e sendo livre e viva ebria de viver asim  desse saber  ha de s aer d enovo trespssar   as velas os velamen«es e  os seresdoces pares que vem vejam esse a ser apoisar e entre  os  arese a terra eos cevsqval amasi bela   a flor  qve vem jaz a cendida e qval apedrae ql«al  amor de mares e qval a hedra a erira de verde eoiro que veja e ainda non  vejas  qvando tv bem o  és também  vida e sendo avgoa e  sendo asim  luzidia  atua sina A VIDA ASSIM SENDO TRANSFORMADA em  si mesma parecida em ti  asim qval candor e calor  HVMANOe  vma mão jazendo a ssistindo insistindo asim persistisse e por si mesma s endo  reacendesse e sendaa sim reacendida um clamor uma   lavareda de amor uma tal a lva a vorada e a luz mais bem honrar esssa  amasi bem horada  quais candeias  nessa noite plena qvais alvoradas dessa luz de luar  qvais os laivos desse  sol de amores  pleno  qve d emaores vive e  sabe a sim bem prendar as augoas todas dos ceus a saugoas todas  do mar e as augoas mais prfundoas s endo a a spirara sim desdea raiz a mais dura matriz  até  aos ceus asim sabe dizer  qvais s veios  qvais os vevs equais os ceusaind apor bem  sera dizer e quantos os olhares aindapor bem  ser a sorrir s endo que paira em derredor e se deixa  asm ao pr vir e mais al+em desse horizonte e d amenteq ue desminta pintao ser e  aseramar a so  ser sendo  amr  es  pntes asim transparecendo a rcos de viver desde o dia a rcos  entre circulos asim aores  alvos diria...










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