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PONTE
desde mais tenra idade s endo de sedas primorosas sedas que de brio sendo quais aves ao vento quais papagaios doirados que levam cartas e a sim s oame ressoam por entrias brisas desse tempo smai bem amados nos que tv eeu fomos nos que iand a asomos e bem sonhamos e quando desdea dentro essaa ve sem hora asim se ndo se namore e bem mais desded entro tarnsforme asim ora ao ser assim sendo se transformasse em ti e em mim trespsando desse opassado tanto e tanto aind apor vir a chegar a descobrir-se tu e e u fossemos de novo qual neinguém quam um ser que apela assim ao ser alguém ainda pormo«essas desdeo devir e ainda sonhos ledos cantare plenos reai«lidades hão de poder advir... em si mesmas lestas aim«nda que depois - sendo prestes assim desde omais cedo o serque mais detenha o TEMPO de qual idade desa terna saoidade ora sauda a saudade asim sabe dizer mundos e profundo sonhos quais ros de bem estar quais promessas d emais chegar alie aonde ao centro desse arco
de facto dess aponte aonde ainda ha de s aber ondear a bandeira menos falada mais bem dita e asims empre recondita a sua sina o sev ninho a sua cor em flor d emaores eem faces rubras desnudadas em lagriams dealecrim dessas a alegrias desas romarias prendadas e desses ares deses ares aind apo bem ouvir quando desde omais alto sem s obressalto s abem saltar e sorrir e sem se deixar de carpir apenas ao nada que a augoa spor aonde inda passam i«ondeiam e cantarolar sabem e as m ais duras rochas desse passo dado desde o passado asim bem trazer ao de cima qual uma mina de sonhos olvidados que eram desde sempre quais imagens frageis mensagens a esperarem serem assim - trazido«as honradas e d e novo vividas nessas suas outras miradas tã s uave stºao frageia sind a a sim coemxzinhas asim ainda sozinhas at+e bem se entretecerem as pontes hebras de vida essas que be, se perfiavam s«que se confiavam que se entreteciam em s«fusos s em tempo em seres a sim sendo atentos asim uns e outros a saberem bem estar ali e aind ao amor be te possa dizer
ar de redondelas de redomas masi belas de arredondar os linhos osfiosmais finos os cabelos d esse doce lugar ao mara maresia ao luzira sim abeleza em s ua plena certeza em pleno dia p«o veres passar RIOS E RIOS DE SERES BELOS MAOS EM H'JARRA pronetria a na desse ser encasr«telado desse pranto novo e de novo celeg'brado dessa aponte bem iluminada d eFIOGOS DE VIDA E S ABER VIVER desser ser traducional que bem guarda o roiginal nesse lugar aondenunca se foi nem s e ha de saber chegara sser a sim s endo agonias de vem ver d enovo erguer asim rubras a sletras vivas que luzidias nondeixam de passare sse rio de brio esa apone e stival e quando asime festas t'se estimam e s e elevam rapz! rapariga s e vejam sem se deixarem ver que descobertars ora s abertas dde doirados planos de panos bem asm sendo apenas quando terminam se elevam outros que s elevantem desse ser s entido desse a sseneto unido desses a entos firmes de pedras rubras ora alvas desseslugares que mundo sintegros interos assim salvos a sim seiva desss iagoa dessaiarvore que mil e uma core e mais de mla ores ao peito bem esgrimir e brincar ebrincos dessasnossa s RAINHAS soberama sim ao tinirem a sm bem sabem levar VITORES E VITÓRIAS em saberem ouvirem ao ireme asim bems abem regresar ao lugar esse doce lar e sse doce lume edessas que sendo de vermelho IGNEO SEA SSSUMEMe de violetaa sime tambémem qualquer lugar se encontravame os cavaleiros mais altos os carvalhos mais vastos os sobrios e a sua sobriedade farterna sabiam bem dizer que sobravam as cores e as tiças pizarras d escuro bem certas desses sobreiros que asim de rol em pael souberam entrelaçar na certa nesta linha aponte aonde iand a se h+a sd saber reconhecer qual a ultima qu sendo no silencio seja a zinheo«ira se ja senda veraddeira seja oliverira senda a sim tºao fina
entrio silencio o r io da vida nasce por dentro e assim sendo anuncia uma ve que poisa e uma arcore d eponteapontaa sism sendo livre asim sendo - em derredor e nocoração asim umolhar sedesdissee as augoas desse rio passam por entrio arco mais vivo ora porfundo o rio a sim conta e bem encontrar ao sev o cantar o mundo novo que por ventura sevaja nesesev primeiro olhar
qval lugar cego lume d enovo leve eassim - sendo lido
entre o ser aascer e o que vem veja o nascido asim sendo espelhadoque bm venha s er aapssar eos er que venha desde o passo ddo uma ponte um centro fronte defronte e umolhar d encatra cantico ledo e uma oral em derredor que bempaira e bem se diz q ue fala e voga e se enamorase lá j+a e smorece asim entarecer ser a arefecee outra chamada a sim qval lua pálida vem de novo segvir e entre um olhare outro nesse lume s em âmago nesse olhar q ue se defaz «nesse pranto sem partir asim de parte ao porc«vir a sim dando oq ue vem seja ora oq ue ainda ha de s er e s er a sim
sem seovvir
sem se saber reconhecer apenasuma faceem facedescrita um sonho pro entria desdita euma promessa chamarada de novo ardente e asimsimple susavidade qual uma brisa
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e conforça bem por nos clama e sendo viva e viva sempre sendoa sim bem trab«nscendo pora por fora ora por mar a detro orapela tera integra e inteira ora pelo maisprofundodos er sendo gente que asim se reacende qual labareda qual viva a clama e quandoaos er de vida em s er HVMANA a forma assim bem também dizer que desfazquais lagos e lagoasquais ceras e serenidaesa sim bem se apaga a ta - construida oftlaeza casteos de bretemas e brumas espessas para bem dizer
praçasd egente amadurecidaa rmadurasasimaos ceús e uma estátua estátua d enovo em brio evida sim uam so força um ser non se conforma e um serterdeser forçado e une s emterd e ser sempre
ladoalado seres ainda se sabem ao s er dançado ao se terem d adoa sim des er desse s er sem ser de anio leveasim bem se elevam e pairam e animos e brio novos a sism a o renascere de novo asim ao sportos mais antigos e aos mais tigos brios d enovobem chegam e mais bem se e abaem reconhecer s em ser nas faceasnem an aplavvra nem no gesto nem no q ue digam a spalavras empeito gravadas as pelicula smais find«as por obra das mentes inventadas apenas quando acancela desse tal cerbero de tres trinas somadasapenasumaasim ao ser severo a sim puliplas de bom reitor e o tal que bem une entreuma que sendo qual sino e fadar o brio em si mesma grita por entrias a ugoas condor a sim bem renascido que abre espaços ali e aonde nem o f rio soube desdizer eao centri«o uma campanula denovoa re vivente entre as duas cidadaes que nem se sabiam nem se poderia ver entre si mesma cruzadas apenas nesse amago nesse mais fina palavra quais as flhas dessas folhas ainda em branco por se rem aind abraçadas pela palavra menos so
pesada esaaue aind apossas tu entrever e a selos a sela mais turgida aa ugoa a sum bems ndo a superficie assim retém um peso s ublime de mil um anos a sim ua pa,ada asim sabe ee novo ecoar e bem e quando asis endo lida essa ta linha d ebrio sabe d e novo OH PILAR OH SINA OH FARO OH FAROL QUE SENDO ASIM ALUMEADO ILUMINADO JAAIS PARE DE ASIM aver e avisar das costas e ros«chas ques ejam gretas para asim deixar de o s er e asim mais ao cimo ani«uncia quala espada de um novo dia ao s e de por a sim dupa aprimeira lind a e s ublime a s egund aapenas por bem ser d eaor a e sper sendo a esperara sim um feixe d eluz maior entria e sfera s e bem sabe deixar prologar e tocao de cima lá ae lai e aonde nons e s abe ec'ncontrar aonde stejas ali e aonde s ejas asim bem saberas a sim bem contra-la
sem ter de ser a a char e menos s aberás tu timbrá-la pois lá ela y«te ha de saber reencontrar qual dia apaixão asim compaixãoa desdita e essa ave que bem sobe se assume
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avgoas
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sendo livres
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cristlinas palavras o brillo mais breve sendo consomem e quando asim os er em derredor asim se salva a sim sendoalva a rosa mais non esmorece a sua palida faceem leitodeprata e cristal e os er qve area nime qve vema veija-se desde cedo
assim
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qvalo cantar ledo
dessa avgoa doirada
qve de leda apalavra assim bem acolher e dvas forças em ovala assim veio descrever e aterceira sendo em illeon assim resgvardada conta lenda qve trina e vna asim sendo consagrada a iaogoa desse doce aanhecer s endo esdessa força dess aporta sem abri qve penas abre pro dentro e desse brio de cantaro cantaro amigo desse assm ser ao vento - cedo sesdes vanecido esqvend«cidoos ev doces egredo segreda ainda vivo ali e aonde se descreva e aonde livre e solt@ ave essa ade saber poisar ali eaonde amasialta torre ainda bem sendo gvia e sendo alta e nobre apenas no po hvmilde sedesfazempleno dia rb«ubro ao ser refelctido em face p´lida e entriasavgoas aosaberem honrar eentrias verdes mais finas agvlhas essas dos espinhos dospinhos destas terrasnossas vossas e non svias..
desseamor a sim sendo a s eda reescrita edsses laivos as imd essa dita ora desdita apenasqvando menos oçam as crianças non sendo u«vsadas pelos abrigos mais gastos para novas EMPREITADAS asim so qvandoo qvem vem s e edeixov emaplidescer a sim qval um fogo em ombroamigo asim atrevesdos vevs debrio e d eled cantar asim qvalledae ra alva e desde briodo cevsedeixov bem levar asim trinam tres ovalas entrelaçadas castor polux e algo de helllenas em timbre sobre ortas nvnca a vencer apenas levadas por ovtro qve de illeon asim sovbe bem estar ed esde circe a sim bem dita qve lhe disse a desditae desde a qve vem esperava essaqve saer tecer t«entreeciaa estoria qve d epois bem contava e de estar a distancia desse tal o ser ao sev tel es per ar @s sim nvm fino fioadistancia sovbe ovviro canta o animo o brio o chamar desseovtro qvem vem era e assim sovbe . pro entvraa sim com be - aqvi etambém bem chegar qve desseodisseianingvem odisseo - apenas e sendo ningvem se anvnciandopassov e ficov ali e aonde o se o acolhev sev doce prantosvaa doce prata aprantejar e mvndo NOVO TERRA INTEIRA ORLAEPEROLA simrpiemira e desde a mais antiga e mais breve luzidia aperola a sim e também a sim qval ebanescente flro prsente de um rio s ovbe trazer .- e deixar plantas poisadas nessas areiasnvnca almejadas por entrios merlões qve non se encastearam alipoisov essa tal nave essa talsvaeave qve desi mesma assimem fapos doces trapos breves laivos traços mais fib«nos sedes deixov aos seres breves e aos sevs vnicos brios fios devida emparentada apenas e qvando perseverar persefoe fosse ora assim a ser de veras a vereda ora verde sendo de sedas perfvmadas qvndodesdevesper a hora vespertina cinco direcçoes se trasnformasse na rosácea da vida e desde as svas qvatro voltas de trono mal resgvardado oitos perfeitos vm ano prendado e vme o nada asim vnindo o ninho mais vazio de novo pres sentindo e o ser qve bemse enamora asims endo qve s abe qve sobrio ri e qve bem sobe e chora quandoasim soube ver eovvir
as qvatro sigr«las de vm so noe e non sovbe bem des cobrir qvantos rios assim bem honrem...
filho sabe do sev ao sev pai e desde o mais fino abrigo dessas pratas a mar e ame asim e tambémedo fino mais fino leve laivo vivoesse que em se nomeia nem sa be asim ha desa ber asim abrir e ver e viver...
qvado nsas linhas docestrovas encontras asim o doce - luzido romance entre a terra a s ondas e o smais altos cevs aismentrias ondasqvais asim sendo desde cedo leda se deixov e se disseqve dor mecev
o qve se deixov entrias ilhas maigas essa orla branca que se desde cedo a ves assim luzidia de novo qval um certo azul mais bem claro qvais a sluzes das ugoas o terem sido atrevesdo relapago bafejadovr«idroapassar e assim qvalo testemunho vivo desse tal mel ancolia dess ta savde em soidade e noite em diaa sim melros hão saber denovo trazer as cartas descritas entresasd esditas qve apenas em papagaiosloiros de bicoprendado sovberame screver q ve oprimeiro plnatov o qve pvtra alva sovbe de novo trazer em arcas de bem estar entrias salvias por entrias maislatas argas por entrias amsi profundas augoas que completam circuos e csculsode bem saber e desse saber sabem e de flor em mensagem asime também qvesendo antigas e ébrias e vida sovberam as trovas da fontes vivas asim bem embeber e trazer em própria vid ali e aonde ainda as podiam de novo ver FLORESCER...
assim be desde dentro ao ser - mais altas assim bem se elevava e bem sendo a sim bem entrias sombras essas palavras vivas eas mais antigas veredas aind apor bem serem vistas entre vistas assim mais em si ancoradas asim qvais vales e promontórios sendo servidas as ondas e as svas clavesondas cavas permencendo fechadas qvais as sonrosadas faces dessa sem ter igval e qvais as mais doces palavras non ditas qvais as formosas costas prendadas e as mais altas colunas se agitem se a gitam qvais vendavais e agitavam assim sendo apenas uma lavra em vida eum tema oa um poema ora um musa apenas vma bem se transluzia asim lusidia força e forma de bem estar e bem cendo sem ter forma qval um farol em alto mar qval um lampejo um beih«jo desde o ceo aism ao s eentregar qval umpassado um pássaro lado lado alado bem ser e sendo bem resvmir o clamor assim e xatado o rvmor baixo denso silente sempre sendo
e o sev rvmo por smpre sendo agitado essa ave sem força que bem voa e tremvla cintila em ti em mim jaz sendo selene qval a ssim amor a marés amarias e sendo a sua palida face vm reflexo desse ser de gêlo qve se perfez desse ser desde o ceo tev e mev qve qvebrovo sondadas avgoas eentrias ondas ainda bem e faza sim transparecer anoite e claridade desse ovtro bem qverer e desde o rvbro fogo nobre desde o escvro desse ser HVMILDE dessa terra obre assim bem e se e nobrece e sal igval e bem por mal asim se transpare ce
e de novo soergvida vida em sas e asa em vida a avgoas as docesavgoas ressoam ali e aonde recai o ser desde o cevo tec«volhar nesse olhar o mev assim se s abe ser a transparentar
qvando una essa força sendo
avgoas daterraque se elevaram se bem sorvendo e sobem e bem sendo sedesvaneceram e das negras sombrias forças libertram alva e lusidia lostregos de bem anvnciar asim em plena noite h«jazente se faz dia e desde o mar ao pleno amor rasgada ora e morre e esmorece essaa ave q ue bem se doa e doar assim tomba doida e dessa augoa dess amagoa renasce qval sendo ainda eferida qve aterra sendo salgada pela força dese ser de amor desse mar em força desse s er igval assim qval vm rumor clama entre tantos quando ecos perfaz ecoando e quando ssimd e vale em sevaberto assim desse promont+orio sedes faz o s ev d eserto e a luz dessedia irado asim se trasmvte e transforma nomais fino brado que eco teha esse vaso qvebrado asim ressoa o bem qveainda bem seja e o sensejoesse fiel de balnça doada deser da terra ao nascera sima travessada por ess alança dos cevs olhares tevs e mevs olhares sendo prendados e aprendidos
non presos nem
exprmidos
apenas expressos
entr'os brados
qvebrados
entrias
avgoas
desses
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salgados
os
sevs
olhares
qve bem descreveram traços beves laivos prateados ali e aonde aindasendo ondeando sem saber desde a onde a ssim o briodo frio reluz quando sendo transparentando esa luz integra toda e plena e essa força que bem renasce d aluz e traz a sua pena e pluma e abruma sim a doce treva e s e coaduna ali e aonde bem se creva e qvebra a sim em ser d enovo dia reuzindo e sendo tangido o sino maisbreve e sgvio ao de leve asim qu«val um sopro de brio sendo asim afastado deseda terra o som de cors pointadas a sim qval luzidia a lvora e alvorada e qval o ar mais sobrio sobe por entrio rio e d ebrio asim AH NASCENTE sabe nascerd enovo qval um berro e stridor entredentes e asim um trinar de amor um ser de vence ador uma ave a sim se doa incandesscente e iumina ali aonde poisa e fica ali aonde ainda ha de sabere star e sendo livre e viva ebria de viver asim desse saber ha de s aer d enovo trespssar as velas os velamen«es e os seresdoces pares que vem vejam esse a ser apoisar e entre os arese a terra eos cevsqval amasi bela a flor qve vem jaz a cendida e qval apedrae ql«al amor de mares e qval a hedra a erira de verde eoiro que veja e ainda non vejas qvando tv bem o és também vida e sendo avgoa e sendo asim luzidia atua sina A VIDA ASSIM SENDO TRANSFORMADA em si mesma parecida em ti asim qval candor e calor HVMANOe vma mão jazendo a ssistindo insistindo asim persistisse e por si mesma s endo reacendesse e sendaa sim reacendida um clamor uma lavareda de amor uma tal a lva a vorada e a luz mais bem honrar esssa amasi bem horada quais candeias nessa noite plena qvais alvoradas dessa luz de luar qvais os laivos desse sol de amores pleno qve d emaores vive e sabe a sim bem prendar as augoas todas dos ceus a saugoas todas do mar e as augoas mais prfundoas s endo a a spirara sim desdea raiz a mais dura matriz até aos ceus asim sabe dizer qvais s veios qvais os vevs equais os ceusaind apor bem sera dizer e quantos os olhares aindapor bem ser a sorrir s endo que paira em derredor e se deixa asm ao pr vir e mais al+em desse horizonte e d amenteq ue desminta pintao ser e aseramar a so ser sendo amr es pntes asim transparecendo a rcos de viver desde o dia a rcos entre circulos asim aores alvos diria...
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