via o que unia e o que separava
era a via
era a vida
era a luz que os iluminava
era a árvore
da vida
a mesma
árvore assim vestida
despida de magestade
além idade
amparada
além vontade
achada
além cidade
ainda arda
iluminada
entre fachos viventes
que a carreguem
e a levem
bem guardada
assim
chumbo
cinza
cinzento
quando iluminando
assim o vivo rebento
de novo renascendo
suave e vivo
seguro sustento
de quem caminha vivo
a um ritmo lento
a um destino
certo
além medo se transpõe
sem espada ou poder
a coroa depõe
confiança ao se entregar
em
abraço maior
de
maior amor
assim entrelaças
portas abertas
outrora fechadas
assim
por
sempre
bem
amadas
libertas
sem armas
abertas
sem espadas
assim encontrar o que procura
o ser que vagar
ver as raízes crescer
e
sentir a essencia do ser
numa pequena semente
toda aa árvore a crescer
sem se ver
sem se suspeitar
onde estaria a viver
esse tal
AMOR
que paira
no
AR


Sem comentários:
Enviar um comentário