CER
VERIA
SE
PURO
SER
senti r @
umacerta força
ntga
resguardara´sem temponem idade a arvore a torre mais alta
a casa
de regresso
a opão asim traduzindo
asim se sustendo por entre a bruma do frio e tempo
assim
se esvaindo
por entre aguas que correm
LIVRES
as carvalehiroas d eparedes doiradas
as gente svivas e soalheiras de penedas antigas
de senhoras milhas
em braço de pedra assim sementes de tantas
tantas vilas e gentes e lugares
@ vida
@ viver
de
novo
ao
Sol - qual milho
doirado
qual oiro vivo
esquencido
pranteado
plantado ali or@ lém
@
onde
menos se haj@
@
bem dizer
bem
..."mirado"...
@ssim
desde sempre
se vêm trazendo
e
nas "augoas"
das
lendas
das
moiras
contadas p'los mais antigos
resguardando
corredoir@s
corredores para se manterem
ora viv@s
ora velad@s
uma pedraVIVA
uma chama
DESPIDA
uma serra
umlugar
um tempo
por entre os tempos
nos
que
@
ess'@
viva
chama
assim
poder'@
voltar
@
regr@'s@r
musicas antigas
dinis
martinho
e gente
nova
bvidal
e
gente
desd'ess'@o folclore
em
tom
liric@
@
transformar
em
canticode uma vida
intim'@miga
assim
@ bem dizer´
como se atinge
o
zénite or'@ auge
e
em
confianç'@ seguir
qual
trilho do Sol
dess'@lgo
que
quem
com
nos
@
viv'
@
voz
@
sim
vai -
tão
bem
"esquenc@r" acalentar...
ora
esquecer
qual
vaga de vento
forte
que
@ssim em bo@
hora
afim
a
ti
em
mim
sendo
em
ti
afim a mim
p@recendo
assim
regress@
por @ntr@ espaço
as brumas as bretemas....@ nevoeiro!
sedentos de viver
dess'@ vida
nova @ se saber
ver
beber e com bem ser
@ssim
qual
frut'@greste
que
or@
de
vida
@
sim
qual
@
bem dizer
@
bem
...deste....
or@'judar
@
bem
vog@r
@
...voltar....
MAIS ALÉM
VAI @ REGRESSA
VOLTA @ TRAZ
ALGO
DE
TI
ASSIM @ TAMBÉM
dos tempos dos seus tristes lamentos see avem
ali aonde procuraram agora se esquençaméali aonde escavaram
os lobos
assim de novo esmoreçam
guerra
fome
duvida e @ medo
ali bem se consomem
a si mesm@s
por entre o brio
da gente a firmeza da rocha
a mais alta
ea gete
a
digna gente
que
ora @ssim
e
@
bem dizer
@
ex al t @
...trazendo...


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