da razão ao coração
dar a azo à imaginação
dar asas ao corpo que vai e voga sem parar
no olhar no tocar ao de leve
- palma de mão em palma - que descrevem
a luz desse nosso olhar entr'io coração
a palpitar de emoção sentido nas palmas estendidas
sentido nos olhos quais lágrimas a nossas pés
estendidas para atapetar o lugar aonde vogamos
o local em tempo aonde passamos
o futuro que sonhamos translucido
ainda e o eco dos passos dados
tantos que
nem se contam
nem se limpam
nos esvaziam e preenchem certamente
nesse estar sem estar vazios
por ent'rio calor ainda que em de -redor
seja dono ainda do frio o modo de ver com amor
desse mundo, tudo em volta apontando ao por-vir
do futuro feito presente
quando no peito lateje tão forte
que pareça que a vida se confunde coma morte
tal sua vontade em vontade se abrir e abraçar
o ser todo que lá em si começa assim a surgir
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Esta noite vou ficar assim Prisioneira desse olhar De mel pousado em mim Vou chamar a música Pôr à prova a minha voz Numa trova só ...
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segvir pelo mvndo nesse jorrar de fonte qve em vias e qve bem a prenvncias desse mododessaa forma de amor e de amar com ov sem "oh...
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Uma fagulha de si mesma senhora uma borbulha por entr'a chuva que o tempo mais de core assim quais fulgentes... esses os ...
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um sonho numdiade verão qve se estende invero afora até encontrar a sva coesão qvandoa geneos meios e n+os formosqval nenhum qval ...
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n v m @ ' f o r ç @ q v e r e n @ ' s c e e q v e s e n t re g a ...
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Desde o aparente do dia a esência que em nós é vida
nessa dança na que as horas e os minutos para
chegar ao centro de si so ama imporantancias vagas
quando se começaa escalada ao mais alto do promontório
onde o tempo
e as nossas perspectivas vão se assumindo
mais expandidas
e o que crer e como ver
sejam assim quase unidas
nesse centro lá no alto
o acertar no mais íntimo
sempre além do barro dos becos e lamaçais
aonde os poetas cantaram e re-contaram
os que perfaziam veredas
aonde ficavam os demais
os que demais se queriam
os que demais se fingiam
os que demais se deixaram
ir no ritmo dos tempos...
e não os que seguiram e perseveraram
ainda que fosse com a sua palavra ao vento
um canto alegre uma melodia triste com beleza sublime e por igual
arte e artistas da via da vida a decorar o seu alegre passar...
qual num festival de folhas elevadas e levadas pelo sopro
o mais transparente...
nestes dias de valente
ser dessa estranha valentia,
de declamar amores
e vias de vida
todos os dias
e os seus desejos quais lampejos dessa digna e veraz imaginação
que une as coisas do terreno e as do amar no coração
e o ser brota qual uma flor em plena invernia
e desponta qual raiar de alvorada
na esperança de um outro dia
chegar ao centro de si so ama imporantancias vagas
quando se começaa escalada ao mais alto do promontório
onde o tempo
e as nossas perspectivas vão se assumindo
mais expandidas
e o que crer e como ver
sejam assim quase unidas
nesse centro lá no alto
o acertar no mais íntimo
sempre além do barro dos becos e lamaçais
aonde os poetas cantaram e re-contaram
os que perfaziam veredas
aonde ficavam os demais
os que demais se queriam
os que demais se fingiam
os que demais se deixaram
ir no ritmo dos tempos...
e não os que seguiram e perseveraram
ainda que fosse com a sua palavra ao vento
um canto alegre uma melodia triste com beleza sublime e por igual
arte e artistas da via da vida a decorar o seu alegre passar...
qual num festival de folhas elevadas e levadas pelo sopro
o mais transparente...
nestes dias de valente
ser dessa estranha valentia,
de declamar amores
e vias de vida
todos os dias
e os seus desejos quais lampejos dessa digna e veraz imaginação
que une as coisas do terreno e as do amar no coração
e o ser brota qual uma flor em plena invernia
e desponta qual raiar de alvorada
na esperança de um outro dia
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
caminho de vida entre trilhos - a saber re-fazer devagar
nesse lugar velado
nesselugar lacrado
nesse tempo sem par
no que cada segundo
importa e traz de volta
a alegria do verbo amar
nesse ser que voga
imaculados momentos trova
e assim ao se ver e re-encontrar
entre o entramado de palavras soltas e meias voltas que a vida nos continua a querer ver-nos a dar
uma volta completa e de novo voltar à trilha correcta a que era via de vida ao teu lado a caminhar
nesselugar lacrado
nesse tempo sem par
no que cada segundo
importa e traz de volta
a alegria do verbo amar
nesse ser que voga
imaculados momentos trova
e assim ao se ver e re-encontrar
entre o entramado de palavras soltas e meias voltas que a vida nos continua a querer ver-nos a dar
uma volta completa e de novo voltar à trilha correcta a que era via de vida ao teu lado a caminhar
mais puro mais ciente mais ser presente
uma rosa que poderia ter sido
branca nasbeiras do caminho no estio
assim quase a enregelar com o tempo
que lhe dei o que faltei
para crescer em solo amigo!
a palavra mais viva: a amizade
e pouco a pouco
o que digo
se tornasse em sinal
e sinónimo de liberdade
para ser
paraa estar
para se ligar
um ser outro ser
ambos a se encontrar
e nas linhas
da estrada
da vida
que convergem quando se olham de frente
a nascente o voltar desde a despedida
com algo mais puro e um sentimento mais ciente
branca nasbeiras do caminho no estio
assim quase a enregelar com o tempo
que lhe dei o que faltei
para crescer em solo amigo!
a palavra mais viva: a amizade
e pouco a pouco
o que digo
se tornasse em sinal
e sinónimo de liberdade
para ser
paraa estar
para se ligar
um ser outro ser
ambos a se encontrar
e nas linhas
da estrada
da vida
que convergem quando se olham de frente
a nascente o voltar desde a despedida
com algo mais puro e um sentimento mais ciente
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
a flor do betão a flor do chão a flor do coração lento o olhar sobe e se preende ao que por dentro vê reflectido quando o descobre
uma flor despertar
ao lado de uma passagem
desde o lado mais simples e desperta
a atenção da gente que caminha
olhando o chão negro da sua virtude
olhando o alcatrão aonde os carros
passam
venhem e vão
assim... a olhando
a única flor a perfeita flor!
no âmago da via da vida
disfarçada!
de cores obtusas e escuras
a abençoada flor!
vai germinando...
vai despertando....
para a vida que em si concebe
e concede a via a que nela se veja ao passar
e se se descrevesse tanta, tanta flor a se ver surgir
é o olhar em volta e ver mais uma ou duas a partir
o negro carvão suado
pelo tempo
desde o ovtro lado
da via da vida
e ter olhar elevado
e ver que cresce e se manifesta
por todo o lado
a flor
a omnipresente flor de amor
e se presta assim a nos ajudar
a elevar a via da vida
ao focalizar o nosso olhar...
na mais pequena fagulha de vida na estrada que queima e aleija o pé descalço ao caminhar
ao ver em de-redor e notar qual o seu ser a par
e ao sentir uma óvala qual ovação palmas meias das mãos selectas plantas dos pés sentindo-as tão secas e veladas e a volta
as suas presenças.... silenciosas! jamais silenciadas!
ao lado de uma passagem
desde o lado mais simples e desperta
a atenção da gente que caminha
olhando o chão negro da sua virtude
olhando o alcatrão aonde os carros
passam
venhem e vão
assim... a olhando
a única flor a perfeita flor!
no âmago da via da vida
disfarçada!
de cores obtusas e escuras
a abençoada flor!
vai germinando...
vai despertando....
para a vida que em si concebe
e concede a via a que nela se veja ao passar
e se se descrevesse tanta, tanta flor a se ver surgir
é o olhar em volta e ver mais uma ou duas a partir
o negro carvão suado
pelo tempo
desde o ovtro lado
da via da vida
e ter olhar elevado
e ver que cresce e se manifesta
por todo o lado
a flor
a omnipresente flor de amor
e se presta assim a nos ajudar
a elevar a via da vida
ao focalizar o nosso olhar...
na mais pequena fagulha de vida na estrada que queima e aleija o pé descalço ao caminhar
ao ver em de-redor e notar qual o seu ser a par
e ao sentir uma óvala qual ovação palmas meias das mãos selectas plantas dos pés sentindo-as tão secas e veladas e a volta
as suas presenças.... silenciosas! jamais silenciadas!
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
dois fundamentos o de estar perto e o de se ir afastando ambos correspondem ao se ir encontrando
passo a passo
olhar a olhar
presença na presença
serás tú que me vai saudar
à porta do lar sereno (oh coração que não falas!)
à porta de aonde hei de saber voltar (o coração que mal passas)
serás tu quem me saúde
serás tu quem se erga
para me agasalhar
na porta quando chova
quando o sol... seja de arrasar
pela tua sombra ali a faltar
seja quando a solidão... tão tola!
venha pelas costas
serás tu quem me faça entrar em casa
em teu mundo em teu ser universal
e não apenas no ser que confundo
com o que tem de fazer com o que
tudo parece que barra com o que parece
no dia a dia mascara plena e no resto
a via da vida não valerá sua pena ora o seu pesar
aonde esteja quem seja para assim em verdade abraçar
assim seja que vale a pena tentar
nem por isso os desejos e sim a volta de se saber vogar
a dois de remos em pagaias simples a experienciar
a nova oda dos humildes que voltam depois a praticar
todo dia é dia desse melhorar
nos actos mais simples nas palavras mais humildes
nos olhares de não mais terminar....
olhar a olhar
presença na presença
serás tú que me vai saudar
à porta do lar sereno (oh coração que não falas!)
à porta de aonde hei de saber voltar (o coração que mal passas)
serás tu quem me saúde
serás tu quem se erga
para me agasalhar
na porta quando chova
quando o sol... seja de arrasar
pela tua sombra ali a faltar
seja quando a solidão... tão tola!
venha pelas costas
serás tu quem me faça entrar em casa
em teu mundo em teu ser universal
e não apenas no ser que confundo
com o que tem de fazer com o que
tudo parece que barra com o que parece
no dia a dia mascara plena e no resto
a via da vida não valerá sua pena ora o seu pesar
aonde esteja quem seja para assim em verdade abraçar
assim seja que vale a pena tentar
nem por isso os desejos e sim a volta de se saber vogar
a dois de remos em pagaias simples a experienciar
a nova oda dos humildes que voltam depois a praticar
todo dia é dia desse melhorar
nos actos mais simples nas palavras mais humildes
nos olhares de não mais terminar....
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
nas terras vermelhas lá longe - um o céu preenche a terra e se transformam em danças que nos toca sem cessar no ritmo dos tempos acelerados ora a bem parar
na calma dos dias e das horas
as aguas vinham a tempo em cada meio dia
- e deixavam a sala vazia ao vento a partir do inicio da tarde
nas que a água escorria era assim nos três meses se tanto
nessa terra sem igual e no resto todo o pranto
a esperar o germinar
do fronte mais igual
que aterra e o céu chorassem
e chovessem sem cessar
um de verde
e brio tanto!
outra nessa transparência sem igual!
as aguas vinham a tempo em cada meio dia
- e deixavam a sala vazia ao vento a partir do inicio da tarde
nas que a água escorria era assim nos três meses se tanto
nessa terra sem igual e no resto todo o pranto
a esperar o germinar
do fronte mais igual
que aterra e o céu chorassem
e chovessem sem cessar
um de verde
e brio tanto!
outra nessa transparência sem igual!
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